Debate – Morrer uma só vez
Parece que esse pessoal não cansa mesmo, querem, de todos os modos, que nos convertamos à sua crença religiosa: a única verdadeira, a única revelada por Deus, a única que salva, etc...
Apresentamos a você, caro leitor, mais um debate para sua apreciação e conclusões.
O debate:
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-----Mensagem original-----
De: Luiz xxxxxxx
[mailto:Luiz@xxxx.com.br]Enviada em:
quarta-feira, 5 de maio de 2004 14:17Para: webmaster@espirito.org.br
Assunto:
CORREÇÃOOla!
Gostaria de estar escrevendo para parabeniza-los pelo site, porém ao ler os textos escritos, acredito na mais absoluta certeza que são cegos que guiam outros cegos, Elias - porque foi arrebatado em uma carruagem de fogo?
RESPOSTA:
É óbvio que Elias ainda voltara para cumprir sua missão não so Elias mas também Moises, eles são as duas testemunhas de Cristo que estara pregando no Muro das Lamentações durante o reinado do anticristo que vcs com este conceito idiota de reencarnação pregam e levam muitos para o inferno.
Segundo quando vcs pregam a reencarnãção vcs negam que a Obra Belissima de Jesus, pois Jesus Ressucitou dos Mortos e como sabem em Atos dos Apostolos esta escrito.
Ao homem é permitido morrer somente uma vez em seguida vem o Juizo.
Pois Bem vcs servem a espiritos malignos, e com certeza se não abdcarem de tal obra ja estão condenados.
Sinto muito mas espero que vcs retirem as vendas de seus olhos e olhem com os olhos da verdade que só provem de Jesus.
Se quizerem saber mais ao que ou a quem realmente vcs servem leia o Livro do Padre Jonas da Canção Nova, SIM SIM, NÃO NÃO.
Luiz
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----- Original Message -----
From:
Webmaster do Portal do EspiritoTo: Luiz
Sent: Monday, May 03, 2004 2:50 PM
Subject: RES: CORREÇÃO
Caro amigo,
Agradecemos seus elogios e sua educação, tão raro naqueles que tentam nos "convencer", fazendo isso apenas chamando-nos de epítetos e palavras de baixo calão.
Este assunto que traz, juntamente com muitos outros, são tratados à larga pelo nosso colega Paulo da Silva Neto Sobrinho, encontrará uma coleção dos excelentes textos dele no link abaixo, que explicarão como a nossa visão do mundo espiritual e a interpretação da bíblia podem ser compatíveis e mesmo complementares:
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/paulosns/index.html
Caso tenha alguma dúvida sobre o que ele escreve, poderá contactá-lo diretamente, pois o email dele está na página mencionada, se sua intenção sincera é debater o assunto, com inteligência e sem preconceitos, estamos certos que ele lhe atenderá com prazer.
Muita paz.
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----- Original Message -----
From:
Paulo da Silva Neto sobrinhoTo: Luiz
Cc:
Webmaster do Portal do EspiritoSent: Friday, May 07, 2004 10:57 AM
Subject: Re: CORREÇÃO
Luiz,
Seria interessante você ler o nosso texto "O Arrebatamento de Elias", já publicado no site o Portal e o "Contestação do texto Arrebatamento de Elias". Temos ainda um outro já pronto cujo título é "A carta comprometedora de Elias", que por enquanto não podemos distribuir, já que se encontra em fase de análise para possível publicação em um jornal Espírita de circulação nacional.
Quanto à sua afirmativa que Elias voltará, deve haver algum engano, talvez porque sejamos cegos como diz, mas até onde podemos saber Elias já voltou conforme afirma Jesus. Se ler Mt 11, 10 verá que Jesus diz claramente que João Batista é quem cumpre a profecia de Ml 3, 1 sobre a volta de Elias, em outras palavras, João Batista é Elias reencarnado. Se os padres negam isso, não podemos fazer nada, mas não se esqueça que advogam em causa própria, já que a religião é o ganha-pão deles.
Gostaríamos que nos mostrasse onde na Bíblia se diz que Elias e Moisés voltarão algum dia. Que são duas testemunhas de Cristo que estará pregando no Muro das Lamentações, poderia, também, nos dizer onde se encontra isso na Bíblia?
"Reinado do anticristo", como pensa pequeno em relação à Deus, já que para nós ninguém faz qualquer tipo de obstáculo à vontade divina. Que Deus seria esse que fazendo o mundo deixaria que um suposto adversário (segundo pensa não nós) o dominasse? Só fanático para crer num absurdo desse.
Quanto à questão da reencarnação, favor ler os vários textos que temos sobre esse assunto que se encontram disponíveis no site o Portal do Espírito. Se ainda tiver alguma dúvida, ou quem sabe possa nos argumentar o contrário, estamos à sua disposição.
Nestes textos verá que Jesus disse da reencarnação sim, quem mudou seus ensinamentos foram os que tinham interesse em manter sob domínio os fiéis.
Jesus ressuscitou é um fato, entretanto sua ressurreição é a do Espírito e não do seu corpo. Aliás a ressurreição que prega é do espírito, não como argumenta a teologia dogmática que não encontra respaldo bíblico para a "ressurreição da carne".
Leia os textos "Ressurreição ou Reencarnação?" e "Ressurreição", disponíveis no site o Portal, e o "Ressurreição, o significado Bíblico", que segue em anexo.
Quanto à sua citação em letras garrafais não fará mudarmos de idéia, já que o grito não convence, são os argumentos e esses você não os colocou. Entretanto, nos vários textos que lhe recomendamos você encontrará contra-argumentos para ele. E só a título de informação esse trecho não é de Atos dos Apóstolos, mas de Hebreus (9,27).
Se o próprio Jesus foi chamado de príncipe dos demônios, que dirá de nós.
E, como com certeza nada conhece do Espiritismo, diz coisas sem sentido, mas de qualquer forma gostaríamos que nos provasse:
1 - Que Deus tenha criado o inferno para colocar os condenados;
2 - Que tenha estabelecido como pena o inferno para os que não cumprissem os Dez Mandamentos.
3 - Que uma pena eterna seja compatível com: "O Senhor é misericordioso e compassivo; longânimo e assaz benigno. Não repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira". (Sl 103, 8-9).
O inferno, satanás, demônios tudo isso são produtos da ignorância humana, que os mais espertos (liderança religiosa) usam para amedrontar os incautos, de modo a os manter sob seu domínio.
Estaremos prontos para tirar as vendas dos olhos se você conseguir provar que estamos errados, e esperamos que não venha com citações da Bíblia para isso.
Quanto ao livro do Pe. Jonas ainda não o lemos, seria até bom, quem sabe você não envia-nos um para abrirmos os olhos. Por outro lado, se a opinião dos padres ou qualquer líder religioso fosse algo mesmo de muito valor teríamos um mundo bem melhor do que o que estamos vivendo.
Abraços
Paulo Neto![]()
----- Original Message -----
From: Luiz
To:
Paulo da Silva Neto sobrinhoCc:
Webmaster do Portal do EspiritoSent: Sunday, May 09, 2004 7:41 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Interessante e muito astuto!
Mas se afirma que religião é ganha pão de Padres, o que seria de ALAN CARDEC?
Mas o caso não é este religião é mistério de fé, professo minha fé em uma igreja UNA, TRINA, FUNDADA COM SANGUE, PURRÍSSIMO DE JESUS, NÃO IREI NUNCA, NUNCA ABANDONÁ-LA, POIS MALDITO O HOMEM QUE ACREDITA EM OUTRO HOMEM.
É muito fácil mudar a opinião de pessoas que não são críticas, e que muito menos possuem raciocinio próprio, mas deseja a felicidades, se vc é feliz assim, bem, mas gostaria de deixar somente um recado:
Um dia quem sabe, só Deus, o Mundo irá experimentar o que nunca jamais experimentou, ou seja, veremos nossos pecados, nossa maneira de conduzir nossas vidas, com os olhos de Deus, muitos irão se converter, outros ainda, não, em seguida teremos um grande milagre em um local de aparição de minha Mãe e Rainha Maria, será visível não palpavel, milhões de pessoas serão curadas, e outras milhões se converterão, enfim teremos o castigo, lembre-se hoje somos aproximadamente 6 bilhões de pessoas, somente 1/3 irá sobreviver, se vc ama seus familiares, de coração, e como irmão em Cristo, dobre seus joelhos e peça o discernimento.
Seja feliz
do amigo
Luiz
Só Jesus Cristo é o Senhor de todos os Exércitos.
E lembre-se, Jesus esta as portas, veja o cenário Mundial, as portas estão escancaradas para o Anti-Cristo, seremos provados como se prova o Ouro e a Prata, após todos estes acontecimentos os que estiverem com Cristo, receberão a Coroa da Vitória, e eu gostaria que vc também a recebesse.
E mais, sabe o que detém esta rebelião, nosso amado PAPA, somente observe este PAPA será afastado ou assassinado, o próximo é o ANTICRISTO.
Amigo quando virdes estas coisas acontecendo, sinto mais poderá ser tarde.
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----- Original Message -----
From:
Paulo da Silva Neto sobrinhoTo: Luiz
Cc:
webmaster@espirito.org.brSent: Saturday, May 08, 2004 1:13 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Luiz,
A coisa mais fácil é identificarmos um fanático religioso. Primeiro, ele nunca lê o que os outros lhe escreve, pois morre de medo de que o que for ler vá colocar em risco sua crença, que não tem base sólida, já que se apóia na fé cega. Segundo, não argumenta nada do que lhe colocam, muda de assunto, uma vez que não possuindo argumentos contrários, dá a famosa "saída pela esquerda". Terceiro, entre o que fala procura atingir a dignidade das pessoas, produto também da falta de argumento, supondo que isso vá derrubar os argumentos que lhe são contrários. Quarto, responde tudo que lhe enviam na maior pressa e não abre mão de ser o último a falar. Quinto, por mais absurdo seja um fato, não deixa de acreditar num fato ou porque está na Bíblia ou porque seu líder religioso falou que é verdade. Sexto, fica completamente irritado quando não lhe dão ouvidos ao que diz, pois sua maneira de pensar só diz que ele é o único que está completamente certo. Oitavo, quando se propõe a falar de um assunto, dificilmente o estuda em profundidade, passando, pois, a falar do que absolutamente não entende. Nono, é pródigo em ironias, deboches, chacotas, calúnias, etc, que são suas armas de defesa, pois argumento que é bom mesmo: nada. Isso é o que podemos deduzir de todos esses fanáticos contraditores do Espiritismo, que não se dão conta que Jesus nunca fez algo semelhante, antes ao contrário, sempre respeitou a opinião dos outros, assim seguem ao que afirmam seguir os outros.
Caro Amigo, lhe enviamos vários textos para análise e você não respondeu absolutamente nada, apenas se dignou a dizer "interessante e muito astuto!", ora, não se faça de tolo. Seja competente e sustente a sua idéia de que a reencarnação não existe, contrapondo ao que lhe indicamos.
Você, para não fugir à regra, é mais um que não sabe do que fala, pois se estivesse estudado saberia primeiro que o nome do codificador do Espiritismo se escreve assim ALLAN KARDEC, e não Alan Cardec, supondo-se que isso não seja uma ironia.
Quanto a questão de religião ser uma questão de fé, se realmente você acreditasse nisso não estaria preocupado em nos mostrar que estamos errados, já que, embora não seja exatamente assim, podemos lhe dizer que acreditamos na reencarnação por questão de fé. E aí ficaremos empatados, não é mesmo?
Se é maldito o homem que acredita em outro homem, estão estamos fritos, pois não há ninguém nesse mundo que não acredita em outro homem. Inclusive a Bíblia escrita por vários autores (são homens) é acreditada por muitos como verdade absoluta. Os evangelistas Mateus, Marcos, Lucas e João, são homens ou são deuses? Não há como negar que são homens, assim...
Vemos que muitas pessoas não são exatamente culpadas de pensarem de uma determinada forma, já que a culpa poderá cair, muito bem, na liderança que lhe impõe inúmeras coisas como verdade, atribuindo-as a Deus, para que o fiel com medo de contrariá-Lo, aceite tudo cegamente. Veja, por exemplo, o que encontramos numa Bíblia Católica, como instrução para interpretar os textos bíblicos:
1 – Uma vez que as S. Escrituras foram inspiradas por Deus, não contêm erro algum, assim pois, qualquer interpretação que aceite um erro ou contradição entre passagens bíblicas, não pode ser verdadeira.
2 – Uma vez que a Igreja recebeu a promessa de contar com a ajuda do Espírito Santo (Jo 14, 16), não se pode aceitar uma interpretação que seja contrária a alguma de suas definições.
3 – Sendo a tradição parte integrante da revelação divina, não se pode admitir nenhuma interpretação que vá contra a opinião unânime dos Santos Padres ou Doutores da Igreja primitiva.
Com essa camisa de força é muito difícil a pessoa pensar pela sua própria cabeça, mas é curioso que as que estão encabrestadas por essas instruções acham que os que não pensam como ele é que não agem pela própria cabeça.
A tática de tentar nos amedrontar com essa visão apocalíptica não funciona conosco, pois temos discernimento suficiente para não crer nessas coisas que são usadas pela liderança religiosa para amedrontar seus fiéis e tê-los sob domínio. O domínio é tão grande que os pobres coitados nem percebem.
O Deus em que cremos não deixará que "nenhuma ovelha se perca", é um pai que sabe dar boas coisas aos filhos, por isso nunca colocaria ninguém para pagar eternamente pelo erro. Só fanático acredita nesse absurdo, voltamos a lhe falar. Ainda está nos devendo respostas às perguntas que lhe fizemos a respeito do inferno e penas eterna.
Curioso é esse seu pensamento ao acreditar que somente 1/3 se salvará e é claro você estará entre eles. Mas nem se dá conta que Zacarias 13, 8, não é uma profecia a respeito do fim dos tempos. Aliás, esse "fins dos tempos" em Apocalipse já ocorreu há muito tempo, já que estava se referindo a uma situação da época, conforme poderá ver em Ap 1, 3, que diz: "Feliz aquele que lê e aqueles que escutam as palavras desta profecia, se praticarem o que nela está escrito. Pois o tempo está próximo". Por outro lado, observar que em Ap 14, 3-4, diz que só foram resgatados da terra 144.000, os que não se contaminaram com mulheres, são virgens. Isso, nos dias de hoje, talvez só menor de dez anos.
Jesus Cristo, caro amigo, não é senhor de exército nenhum, se fosse poderíamos pedir a ele para ir ao Iraque e acabar com aquela guerra estúpida. Jesus é puro amor, não tem lado algum, pois a humanidade toda é amada por ele, não importa o quanto somos "pecadores".
Quanto ao papa, deveria ler o livro Lampejos Evangélicos de Huberto Rohden, Ed. Martin Claret, e ficará surpreso em saber que Jesus não instituiu papado algum e que Pedro nunca foi o primeiro papa como apregoa a sua Igreja.
E da mesma forma que somos felizes em nossa opção religiosa, espero que também seja na sua, já que devemos respeitar o direito de cada um escolher a religião que melhor lhe convier, temos é mais que desejar que cada um seja feliz na sua. Até mesmo porque se religião salvasse a parábola do bom Samaritano não teria sentido algum.
E, por derradeiro, "A convicção que tens, guarda-a só contigo e aos olhos de Deus. Feliz o homem que não se julga culpado pela decisão que toma" (Romanos 14, 22).
Paz em Cristo!
Paulo Neto
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From: Luiz
To:
Paulo da Silva Neto sobrinhoSent: Wednesday, May 12, 2004 3:41 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Primeiro não sou fanático, sou sim CATÓLICO APOSTÓLICO ROMANO E MINHA RELIGIÃO, IGREJA FOI FUNDADA NO SANGUE DO REI DOS REIS, JESUS CRISTO E A ELA SEGUIREI ATÉ O FIM DE MEUS DIAS, O QUAL SEREI JULGADO E CONDENADO OU RECEBEREI A COROA DA GLÓRIA AO LADO DE MARIA E JESUS, SE ACASO MEU PAI QUIZER ME DEVOLVER A ESTE CHIQUEIRO COMO REENCARNADO PREFIRO NÃO VOLTAR.
segundo não me interesso pela maneira correta de escrever o nome de alan Kardec, porque o considero um falso profeta
terceiro os mistérios de Deus nunca caberão em nossas cabeças, pois são mistérios.
FINALIZANDO ESTE NOSSO CONTATO, O PRÓPRIO DEUS DISSE A MOISES:
"QUANDO TIVERES ENTRADO NA TERRA QUE O SENHOR TEU DEUS, TE DÁ, NÃO TE PORÁS A IMITAR AS PRATICAS ABOMINÁVEIS DA GENTE DAQUELA TERRA.
NÃO SE ACHE NO MEIO DE TI QUEM FAÇA PASSAR PELO FOGO SEU FILHO OU SUA FILHA, NEM QUE SE DE
A ADIVINHAÇÃO, A ASTROLOGIA ...................AO ESPIRITISMO OU À EVOCAÇÃO DOS MORTOS...... (deuteronomio 18 -9:15)sinto muito mas vc esta errado estarei pedindo pela sua conversão.
Abraço, e se vc realmente acredita que um pai devolve seu filho ao chiqueiro fique com seu pensamento, mas ja adianto vc será condenado,
JESUS RESSUCITOU, E EM BREVE MUITO EM BREVE VOLTARÁ E JULGARÁ ESTA NAÇÃO CORRUPTA E HIPÓCRITA.
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From:
Paulo da Silva Neto sobrinhoTo: Luiz
Cc:
webmaster@espirito.org.brSent: Wednesday, May 12, 2004 7:52 AM
Subject: Re: CORREÇÃO
Luiz,
Que você é um fanático, não há dúvida alguma, só que com a particularidade de ser um fanático católico.
Não respondeu, não lê o que lhe mandam, mudou de assunto, fala do que não sabe, agarra em opinião dos outros, só sabe o que lhe passaram, não pesquisa nada, só lê livros com o OK da sua religião, enfim todas as características de um fanático de carteirinha.
Você que iniciou mandando e-mail, para nós espíritas, questionando sobre a reencarnação, entretanto até agora não refutou nada do que lhe indicamos, ficamos no aguardo.
Os que acreditam que Deus os tenha escolhido em detrimento do restante da Humanidade, pode ser tudo menos um bom cristão, pois a doutrina de Cristo é Universalista: "nenhuma ovelha do meu rebanho se perderá".
Quanto a seguir a sua religião até o fim de seus dias, siga o melhor que lhe conviver. Entretanto, não se faça de vítima, pois em momento algum estivemos querendo lhe impor nossa maneira de pensar, você, ao contrário, é que iniciou esse debate querendo converter os Espíritas ao seu credo, isso é coisa de fanático, que acha que a religião dele é a melhor do mundo, por isso todos devem segui-lo. Nós não nos preocupamos com o que cada um segue, já que cada um tem o direito de escolher sua opção religiosa e seguir a que achar melhor.
Kardec, lucidamente, já de início, deixa bem claro que:
"O Espiritismo tem por objetivo combater a incredulidade e suas funestas conseqüências, dando provas patentes da existência da alma e da vida futura. Ele se dirige, pois, àqueles que não crêem em nada, ou que duvidam, e o número deles é grande, como o sabeis. Aqueles que têm uma fé religiosa, e aos quais essa fé basta, dele não tem necessidade; àquele que diz: ‘eu creio na autoridade da Igreja, e me atenho ao que ela ensina, sem nada procurar além dela’, o Espiritismo responde que ele não se impõe a ninguém e não vem forçar nenhuma convicção".
"A liberdade de consciência é uma conseqüência da liberdade de pensar, que é um dos atributos do homem; o Espiritismo estaria em contradição com seus princípios de caridade e de tolerância, se ele não a respeitasse. Aos seus olhos, toda crença, quando sincera e não conduz o seu próximo ao erro, é respeitável, mesmo que ela fosse errônea. (...)". (O Que é o Espiritismo).
O fato das pessoas não pensarem como nós, não nos causa qualquer tipo de sentimento de animosidade para com elas, é fanático que fica irritado quando encontra alguém que não pensa como ele.
Quando Deus fez suas leis não pediu a opinião de ninguém, fez o que julgou ser melhor e pronto.
Se você acha que esse mundo é um "chiqueiro", não podemos lhe contradizer, cada um pensa o que quer. Entretanto, segundo a narrativa Bíblia, após Deus ter criado tudo ele achou que estava bom, se Deus acha assim, como poderemos dizer o contrário? Com isso, queremos dizer que nada nesse mundo é ruim, mesmo o mal que existe por aí, Deus o transforma num bem a nosso favor, principalmente, se levarmos em conta o nosso progresso espiritual.
Seu pensamento é por demais pessimista, e certamente contrário ao passo: "Tu [Deus] ama tudo o que existe, e não despreza nada do que criaste. Se odiasse alguma coisa, não a teria criado" (Sb 11, 24).
Mude sua perspectiva e verá que a Terra não é o "chiqueiro" que pensa. Você está procedendo conforme contam dos discípulos de Jesus que diante de um cachorro morto ressaltaram o mal cheiro que exalava do corpo em decomposição, enquanto que o Mestre disse: "que dentes lindos ele tinha". Assim uma coisa pode ser boa ou ruim, depende de que ângulo a encaramos. Os pessimistas só enxergam coisas ruins, os otimistas, ao contrário, só coisas boas.
A questão não é exatamente saber a maneira correta de escrever o nome Allan Kardec, é muito mais profunda, é saber do que está falando. Um sábio só fala do que entende, enquanto que o ignorante fala do que não entende, essa que é a diferença fundamental entre eles.
A sua igreja é que usa e abusa do "mistério de Deus", quando não encontra uma explicação lógica e racional para as coisas, diz tratar-se de um mistério, como forma de fazer calar os questionadores. A verdade é encontrada justamente quando questionamos tudo, como isso não a interessa, já que perde o domínio sob seus fiéis, apela para o "mistério de Deus" como algo que leva as pessoas a aceitar submisso tudo quanto lhe passam, pouco importando a veracidade do que dizem.
Você diz "o próprio Deus disse a Moisés", entretanto Jesus disse que "ninguém jamais viu a Deus" (Jo 1,18). E mesmo em relação aos Dez Mandamentos, que dizem terem sido passados diretamente por Deus a Moisés, as coisas parecem não terem acontecido dessa maneira, veja:
Atos 7, 30: E passados mais quarenta anos, apareceu-lhe um anjo no deserto do monte Sinai, numa chama de fogo no meio de uma sarça.
Atos 7, 38: Este é o que esteve na congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu palavras de vida para vo-las dar;
Atos 7, 53: vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes.
Gl 3, 19: Logo, para que é a lei? Foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem a promessa tinha sido feita; e foi ordenada por meio de anjos, pela mão de um mediador.
Assim, gostaríamos que nos explicasse quem afinal entregou os Dez Mandamentos a Moisés?
Antes de entrarmos na análise de Dt 18, queremos ressaltar sua incoerência, pois ao exigir que cumpramos algo da Bíblia deveria também, por coerência, cumpri-la integralmente. Prove-nos que cumpre as seguintes determinações, entre inúmeras que poderíamos citar:
Gêneses 17, 9-11: Disse mais Deus a Abraão: Guardarás a minha aliança, tu e a tua descendência no decurso das suas gerações. Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência: todo macho entre vós serás circuncidado. Circuncidareis a carne do vosso prepúcio; será isso por sinal de aliança entre mim e vós.
Gêneses 17, 14: - O incircunciso, que não for circuncidado na carne do prepúcio, essa vida será eliminada do seu povo; quebrou a minha aliança.
Êxodo 21, 12: - Quem ferir a outro de modo que este morra, também será morto.
Êxodo 21, 15: - Quem ferir a seu pai ou a sua mãe, será morto.
Êxodo 21, 16: - O que raptar a alguém, e o vender, ou for achado na sua mão, será morto.
Êxodo 21, 17: - Quem amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, será morto.
Êxodo 22, 16: - Se alguém seduzir qualquer virgem, que não estava desposada, e se deitar com ela, pagará seu dote e a tomará por mulher.
Êxodo 22, 18: - A feiticeira não deixarás viver.
Êxodo 22, 19: - Quem tiver coito com animal, será morto.
Êxodo 31, 14: - Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós outros; aquele que o profanar morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo.
Levítico 11, 7-8: - Também o porco, porque tem unhas fendidas, e o casco dividido, mas não rumina; este vos será imundo, da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver; estes vos serão imundos.
Levítico 11, 21-22: - Mas de todo o inseto que voa, que anda sobre quatro pés, cujas pernas traseiras são mais compridas, para saltar com elas sobre a terra, estes comereis. Deles comereis estes: a locusta segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador segundo a sua espécie, o grilo segundo a sua espécie, e o gafanhoto segundo a sua espécie.
Levítico 20, 9: - Se um homem amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, será morto:...
Levítico 20, 10: - Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera.
Levítico 20, 13: - Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram cousa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles.
Levítico 20, 18: - Se um homem se deitar com a mulher no tempo da enfermidade dela, e lhe descobrir a nudez, descobrindo a sua fonte, e ela descobrir a fonte do seu sangue, ambos serão eliminados do meio do seu povo.
Levítico 21, 17-20: - Fala a Arão, dizendo: Ninguém dos teus descendentes nas suas gerações, em quem houver algum defeito, se chegará para oferecer o pão do seu Deus Pois nenhum homem em quem houver defeito se chegará: como homem cego, ou coxo, de rosto mutilado, ou desproporcionado, ou homem que tiver o pé quebrado, ou a mão quebrada, ou corcovado, ou anão, ou que tiver belida no olho, ou sarna, ou impigens, ou que tiver testículo quebrado.
Deuteronômio 21, 18-21: - Se alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe, e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos, pegarão nele seu pai e sua mãe e o levarão aos anciãos da cidade, à sua porta, e lhes dirão: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz: é dissoluto e beberrão. Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão, até que morra; assim eliminarás o mal do meio de ti: todo o Israel ouvirá e temerá.
Deuteronômio 23, 1 - Aquele a quem forem trilhados os testículos, ou cortado o membro viril, não entrará na assembléia do Senhor.
Deuteronômio 23, 2: - Nenhum bastardo entrará na assembléia do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará nela.
Deuteronômio 25, 11-12: - Quando brigarem dois homens, um contra o outro, e a mulher de um chegar para livrar o marido da mão do que o fere, e ela estender a mão, e o pegar pelas suas vergonhas, cortar-lhe-ás a mão: não a olharás com piedade.
Esperamos que não aplique dois pesos e duas medidas, pois "pesos diferentes são abomináveis ao Senhor" (Provérbios 20, 23).
Vamos analisar, agora, o Dt 18, 9-14, que cita. Primeiro devemos situar essa proibição à época, para isso é só ler o v. 9 que perceberá a quem se destina essa determinação e no v. 14 está a causa. Como nós não somos os destinatários dela, fica, portanto, sem efeito para nós essa proibição. E ficamos realmente intrigados para saber por que será que Deus não a colocou entre os Dez Mandamentos? Aí sim, acreditaríamos ser uma proibição de Deus, mas do jeito como está só a poderemos atribuir a Moisés, por uma situação localizada àquela época.
Vejamos como esta passagem consta de algumas bíblias católicas, colocando os versículos 10 e 11, importantes para o que iremos falar:
Bíblia de Jerusalém: Que em teu meio não se encontre alguém que queime seu filho ou sua filha, nem faça presságio, oráculo, adivinhação ou magia, ou que pratique encantamentos, que interrogue espíritos ou adivinhos, ou ainda que invoque os mortos;
Bíblia Pastoral: Não haja em teu meio alguém que queime seu filho ou filha, nem que faça presságio, pratique astrologia, adivinhação ou magia, nem que pratique encantamentos, consulte espíritos ou adivinhos, ou também que invoque os mortos.
Bíblia Barsa: nem se ache entre vós quem pretenda purificar seu filho, ou filha, fazendo-os passar pelo fogo: nem quem consulte adivinhos, ou observe sonhos e agouros, nem quem seja feiticeiro, ou encantador, nem quem consulte Píton ou adivinhos, nem quem indague dos mortos a verdade.
Bíblia do Peregrino: Não haja entre os teus quem queime seus filhos ou filhas, nem adivinhos, nem astrólogos, nem agoureiros, nem feiticeiros, nem encantadores, nem espiritistas, nem adivinhos, nem necromantes.
Bíblia Vozes: Não haja em teu meio quem faça passar pelo fogo o filho ou a filha, nem quem se dê à adivinhação, nem haja astrólogo nem macumbeiro nem feiticeiro; nem quem se dê à magia, consulte médiuns, interrogue espíritos ou evoque os mortos.
Bíblia Santuário: Não haja ninguém no meio de ti que faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha; ou se dê à pratica de encantamento, ou se entregue à augúrios, à adivinhação ou à magia, ao feiticismo, ao espiritismo, aos sortilégios ou à evocação dos mortos.
Bíblia Paulinas: Não se ache entre vós quem purifique seu filho ou sua filha, fazendo-os passar pelo fogo, nem quem consulte adivinhos ou observe sonhos e agouros, nem quem use malefícios, nem quem seja encantador, nem quem consulte aos nigromantes, ou adivinhos, ou indague dos mortos a verdade.
Bíblia Ave Maria: Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à evocação dos mortos.
Para que faça uma justa comparação colocaremos a tradução correta, segundo o pesquisador Severino Celestino (Analisando as Traduções Bíblicas, pág. 87):
"Quando entrares na terra que Iahvéh, teu Deus, te dá, não aprendas a fazer as abominações daquelas nações. Não se achará entre ti quem faça passar seu filho ou sua filha pelo fogo, nem adivinhador, nem feiticeiros, nem agoureiro, nem cartomante, nem bruxo, nem mago e semelhante, nem quem consulte o necromante e o adivinho, nem quem exija a presença dos mortos".
Kossêm ksamim (Refere-se Moisés aos encantadores e adivinhos).
Maimônides, esclarece que o encantador é aquele que pronuncia palavras, que não são uma língua, imaginando totalmente que tais palavras são mágicas. Tais encantadores chegam ao ponto de dizer que, se uma pessoa pronunciar determinadas palavras sobre uma cobra ou escorpião eles se tornarão inofensivos, e que se uma pessoa pronunciar certas palavras sobre um homem, ele não será ferido. Entre eles há aquele que, enquanto fala, segura em sua mão uma chave, pedra ou objeto - tudo isso é proibido. O próprio encantador que segurou qualquer objeto em suas mãos ou fez qualquer ato além de falar, mesmo se apenas apontou um dedo, é punido segundo as escrituras. O adivinho é aquele que realiza qualquer ato de modo a cair um estado letárgico para que sua mente seja afastada de todas as coisas externas, após o que ele prevê futuros eventos, dizendo "isto acontecerá, ou não acontecerá", ou "é próprio fazer isto", ou "cuidado ao fazer aquilo". Alguns adivinhos fazem uso da areia ou pedras; o indivíduo se curva à terra e grita; um outro fixa o seu olhar sobre um espelho de metal ou uma lâmpada, e então eles imaginam coisas e falam em seguida. Um outro carrega um bastão na mão, curva-se sobre ele e com ele golpeia o solo, até que sua mente esteja em estado de abstração. Em seguida, ele fala. O profeta Oséias (4:12), refere-se a este costume quando diz: "Meu povo consulta o seu pedaço de madeira e o seu bastão faz-lhe revelações".
Refere-se, também, a trabalhos, despachos, adivinhação e semelhantes, com o objetivo de prejudicar alguém ou de obter benefícios pessoais. Sacerdotes lançam flechas ou as misturavam numa aljava. A ponta emplumada dessas flechas era coberta de inscrições que continham respostas variadas e contraditórias a questões angustiantes. A resposta do deus à questão estava inscrita na flecha retirada ao acaso.
me’onem (significa agoureiro, feiticeiro, mago):
Pode-se comprovar o significado desta palavra com ‘anân, (nuvens). Os que adivinham por meio das nuvens, por meio de vôos de aves ou outros animais. A forma e a cor das nuvens eram interpretadas como sinais premonitórios. O sangue e o ouro da aurora e do crepúsculo sempre impressionaram os homens que neles liam presságios do futuro.
umnachêsh (significa e ao adivinho ou cartomante):
Diversos procedimentos podiam ser empregados: Iossêf, (José do Egito) por exemplo, adivinhava por meio de seu cálice (veja Gn 44; 5). É bem possível que ele observasse serpentes em sua taça, uma vez que a palavra "nachash", serpente, é tão semelhante a "naschêsh" (adivinho, necromante) donde se pode concluir que o adivinho observava os movimentos de serpentes ou de outros animais. Este modo de proceder estava profundamente enraizado nos costumes de numerosos povos primitivos. Ele era muito difundido na Grécia arcaica e até mesmo na época clássica.
Existia ainda um princípio de interpretação, conhecido no antigo oriente, que se usava a taça, ou seja, o de se usar o movimento ou o som da água caindo na taça, ou ainda o desenho que nela formavam certas gotas de óleo, e eram interpretadas como sinais.
Umchashêf (significa e à feitiçaria, mágica, bruxaria):
É uma palavra acadiana que significa: ele desvenda os mistérios. Segundo o código da aliança, esse papel era desempenhado principalmente pelas mulheres. Veja Êxodo 22:18 "Não deixarás vier uma feiticeira". É o que hoje chama-se feitiço, culto prestado através de amuletos e crenças em totens e semelhantes.
Vechovêr chavêr (siginifica e quem pratique atos de magia, mago):
Aqui refere-se aos que praticam a magia tanto branca como negra. Sabe-se que a prática de magia tem por finalidade atingir um objetivo por meio de atos ou coisas materiais, como cantos, fórmulas cabalísticas, desenhos, etc.
veshoêl ôv veid"oni (significa e quem consulte necromante, mágico e adivinho)
São as mesmas recomendações existentes no Levítico 19:31, 20:6, e 20:27, e em Isaías 8:19. A palavra consultar ou interrogar, colocada antes de necromante e adivinho, prova que, entre os Hebreus, as evocações eram um meio de adivinhação.
Na necromancia, o praticante fica de pé, oferece uma certa espécie de incenso, segura em sua mão um ramo de mirta e o balança. Ele pronuncia suavemente certas palavras conhecidas dos praticantes dessa arte, até que a pessoa que o consulta pensa que alguém está conversando com o necromante respondendo suas perguntas em palavras que soam como se viesse de debaixo do chão em tons excessivamente baixos, quase inaudíveis ao ouvido e apenas apreendidos pela mente. O necromante também costuma tomar o crânio de um homem morto, queimar incenso em seu nome e usar de artes de adivinhação, até que surge o rumor de uma voz, excessivamente baixo, vindo de sob as axilas do necromante e que responde a ele.
A palavra "id’oni" refere-se ao feiticeiro que coloca o osso de um animalzinho chamado "yadúa", dentro da sua boca e prediz.
Neste caso, Maimônides diz que os que consultam espíritos familiares oferecem incenso, põem o osso (iedúa) em sua boca e realiza outros atos, até que caem ao chão como um epilético e pronunciam previsões de eventos futuros.
O nó gordio, que é um nó difícil de desatar, e narrado na lenda de Alexandre, é uma ilustração da prática das tranças, fios de Parcas e outros cordames utilizados nos templos para fins de adivinhação.
= Vedorêsh el-hametim (significa e quem exija a presença dos "mortos"):
A maioria traduz dorêsh él-hametim como consulta aos "mortos", no entanto, acima já existe o verbo consultar (shoêl) utilizado antes das palavras "necromante e adivinho". Porém, antes da palavra "mortos" observe que o verbo muda para (lidrôsh) e o primeiro significado do verbo lidrôsh, em hebraico, é EXIGIR, daí, a tradução correta do texto ser: exigir a presença dos mortos. Se este verbo tivesse o mesmo significado de consultar, não teria razão de, no versículo, o autor sagrado trocar o verbo "shoêl por dorêsh" antes da palavra "hametim", ("mortos").
Existe ainda o agravante: era costume dos adivinhos se deitarem de bruços sobre os túmulos para tentarem estabelecer um diálogo com os mortos. Acreditavam com isso ser possível o diálogo.
Maimônides, acrescenta ainda que eles jejuavam e depois passavam a noite em um cemitério, a fim de que um morto lhe aparecesse em sonho e o comunicasse sobre os assuntos que ele desejasse perguntar. Outros vestiam mantos especiais, pronunciavam certas palavras, ofereciam um incenso especial e dormiam sozinhos no cemitério, afim de que uma pessoa morta lhes aparecesse em sonho e conversasse com eles.
A proibição de Moisés se dirigia exatamente a este método ou a esta prática para se conseguir o intercâmbio. Moisés não diz em nenhum momento se acreditava na eficácia dessas práticas. No entanto, proibia o seu uso, o que já é suficiente para entendermos que ele acreditava no retorno dos mortos, do contrário não as teria proibido. O rei Saul, em casa da pitonisa de Endor (I Samuel 28:7-19), comprova esta crença que justificava plenamente a proibição.
Meu Deus, onde já se ouviu dizer que algum [] espírita, seguidor dos postulados espirituais de Allan Kardec, realize tais práticas?
Nós, espíritas, conhecedores da faculdade mediúnica, sabemos que esta prática é perigosa, principalmente quando aqueles que a praticam são médiuns. Logicamente, os espíritos vampirizadores que normalmente existem, nos cemitérios, levariam aqueles que praticam este ato às mistificações e obsessões.
Não podemos esquecer de analisar a situação em que os livros de Moisés foram escritos e para que povo foram escritos. Encontrava-se o povo hebreu, em uma época de idolatria e politeísmo. E este povo recém-saído do cativeiro e procedente de um país, (Egito), onde também reinavam a idolatria e o materialismo. Existia por parte de Moisés uma preocupação em conduzir aquele povo e ao mesmo tempo em exterminar do meio deles a idolatria. Era muito comum, naquela época, a existência de Adivinhos e Necromantes que se intitulavam verdadeiros ídolos, e sendo também muito procurados pelo povo de então. Moisés tenta acabar com estes costumes e as práticas mais populares e comuns a que o povo se submetia, para poder instalar e instituir, entre esse povo, o verdadeiro e único Deus.
Ressaltamos ainda, com relação aos mortos, que a proibição de Moisés foi contra a exigência da presença do morto, porque ele sabia que nem sempre isto é possível, o que está de pleno acordo com Kardec que nos informa nem sempre estar o espírito desencarnado em condições de atender ao nosso chamado. Ele poderá até já estar reencarnado em outro corpo e como poderia atender ao chamado? (Veja o Livro dos Médiuns, questões 273, 274 r 275).
Quem conhece o Espiritismo sabe muito bem que os espíritas não vão a cemitério debruçarem-se sobre túmulos, nem ali dormir, para dialogar com os espíritos e este era o costume daquela época, por isso, proibido por Moisés.
Além disto, os Espíritas não exigem a presença dos "mortos" nem evocam os espíritos superiores para deles obterem revelações ilícitas, nem delas tirarem benefícios pessoais, mas esperam as suas manifestações espontâneas, para delas receberem sábios conselhos e proporcionarem alívio àqueles que sofrem. Se os Hebreus utilizassem a comunicação dos mortos do mesmo modo e seriedade com que os Espíritas o fazem hoje, certamente Moisés não os teria proibido de nada. Pelo contrário, tê-los-ia estimulado. Veja Números 11:26 a 30.
Após todas estas análises, sentimos o dever de perguntar a quem possa nos responder: Onde está o espiritismo nestes versículos do Êxodo 22:18; Levítico 20:6e 27; Deuteronômio 18: 9-11? Quem descobriu os princípios doutrinários nestas passagens? De onde retiraram as palavras "Médium e Espiritismo"? Quando os textos em hebraico falam de "Necromantes e Adivinhos"? Quem disse que espírita é sinônimo de necromante e adivinho? O Apocalipse fala (Cap. 22: 18 e 19) que "todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes ajuntar alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas neste livro; e se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da cidade santa,descrita neste livro". Mas, existem tradutores mudando os textos e colocando palavras inexistentes e com o único intuito de condenar aqueles que não pensam da mesma maneira que eles. É o caso das palavras "Médium" e "Espiritismo".
Você coloca que Kardec é falso profeta, mas não prova, nós aqui estamos provando em que falsidade você anda metido, damos o desconto, pois talvez não saiba disso, já que só lhe passam o conveniente.
Está ai, portanto, a prova de quem falsifica "a palavra de Deus", pois observe a passagem nas narrativas das bíblicas que transcrevemos e verá como andam ao sabor dos ventos as traduções exatamente iguais aos originais.
As palavras "médium" e "Espiritismo", não existentes em hebraico, só estão ali por adulteração vergonhosa da liderança religiosa, pois são neologismos criados por Kardec em 18.04.1857. Mas como um fanático irá saber disso, não é mesmo?
Outra coisa, a adulteração foi feita de forma tão inconseqüente que coloca a proibição ao Espiritismo juntamente com a proibição de evocação dos mortos, quando sabemos que para a Igreja tudo é a mesma coisa, portanto não havia necessidade de se repetir.
Mas quanto à evocação dos mortos é deveras interessante o comportamento dos católicos, pois mesmo acreditando na proibição, ficam a evocar os santos, só que se esquecem que todos os santos católicos estão mortos. Veja quanta incoerência! E não adianta apelar para se defender dizendo que não "evocam", mas "invocam", pois ambas as palavras são sinônimas uma da outra, conforme o Aurélio. Fato confirmado pelo que consta da Bíblia de Jerusalém que cita exatamente "invocar os mortos".
Quem está errado? Se formos nós preferimos isso a seguir essa liderança religiosa que está por aí, que só pensa em si mesma, pouco lhe importa a verdade.
Nós sempre enxergaremos o mundo com o que temos de sentimento dentro de nós mesmos.
Preferimos voltar ao "chiqueiro", até mesmo porque se saímos do barro isso não faz a menor diferença, do que ir "assar" eternamente no fogo do inferno, pois voltando pagamos nossas dívidas, enquanto que da outra forma estaremos devendo para todo o sempre, o que fica incompatível com qualquer senso de justiça. Mas, com certeza, lhe explicarão: "mistérios de Deus".
Essa é mais uma contradição do fanático, pois só acredita no inferno para os outros, não passa pela sua cabeça a idéia de ir para lá. Inclusive, numa recente pesquisa sobre o assunto, constatou-se exatamente isso. O inferno apesar da maioria acreditar nele, não admite que irá para lá.
Jesus já voltou, caro amigo, só não vê quem não quer. Os fanatizados não enxergam o óbvio. Mas Deus não tem nenhuma pressa, já que com a reencarnação todos perceberão isso, a eternidade está aí, para que isso ocorra.
E, finalizando, quem não tem argumento grita, pois é a uma arma que possui para debater com os outros, assim, caro amigo, letras grandes não nos convence, já o dissemos anteriormente, apresente argumentos.
Paz em Cristo!
Paulo Neto
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From: Luiz
To:
Paulo da Silva Neto sobrinhoCc:
webmaster@espirito.org.brSent: Friday, May 14, 2004 8:02 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Caro amigo vejo que vc esta se alterando, se ser fanático em Jesus É seguir os ensinamentos DELE, SIM, SOU FANÁTICO.
AGORA, Deus criou sim a terra como um Paraíso, mas o homem pecou e foi expulso dele, quanto ao chiqueiro, esta terra virou sim um chiqueiro, pois quando vemos seitas distribuirem alimentos para contaminar o pobre povo de Deus não posso crer que aqui seja o PARAÍSO.
Quando vejo os pobres que não encontram forças para lutar contra o sistema, em filas para conseguir um saco de alimentos, ai sim acredito que a terra virou um chiqueiro, pois o homem acredita que outro pode salva-lo, com um saquinho de mantimento!
Jesus é o verdadeiro pão da vida, e vc ainda não o encontrou sabe porque, porque vc também esta contaminado, e Jesus respeita sua opção de vida.
MALDITO O HOMEM QUE ACREDITA EM OUTRO HOMEM.
FICO REALMENTE CHOCADO QUANDO VCS TENTAM REALMENTE ENTENDER OS MISTÉRIOS DE DEUS, E NA VERDADE DETURPAM TUDO, ESPIRITISMO NÃO EXISTE VCS SERVEM A Lúcifer E SEUS Sequazes, E VC POBRE HOMEM, VC DIZ QUE SOU FANÁTICO, MAS AO CONTRÁRIO VC ME PARECE UM FANÁTICO, SEGUINDO UM FALSO PROFETA, SE VC REALMENTE AMAR SEUS ENTES QUERIDOS, CONVERTA-SE ANTES QUE SEJA TARDE.
NOVAMENTE TE DIGO: ESPIRITISMO, é seita, e se vc faz parte dela, converta-se, converta-se.
AGORA QUANDO você conseguir provar que MEU DEUS enganou-se ao escrever
DEUTERONOMIO 18, Talvez eu faça uma consulta com vcs até lá, um forte abraço, e com certeza vc é mais um ceguinho guiado por espiritos malignos.Um abraço fique com meu DEUS JESUS CRISTO O ÚNICO REI, E SE VC FICA FELIZ EM ME CHAMAR DE FANÁTICO , SOU FANÁTICO. GRAÇAS A DEUS FANÁTICO EM JESUS E MARIA, A MÃE DE JESUS O FILHO DE DEUS.
Mas intercederei por vc em minhas orações.
POR FAVOR SÓ ESCREVA SE CONSEGUIR PROVAR QUE DEUTERONOMIO 18 ESTA ERRADO.
TENHO MUITA PENA DE VCS TODOS ESPÍRITAS.
Ah e espiritismo nunca será uma religião é seita e vc ja sabe quem é o chefe dela! A opção é sua.
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From:
Paulo da Silva Neto sobrinhoTo: Luiz
Cc:
webmaster@espirito.org.brSent: Thursday, May 13, 2004 4:54 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Luiz,
Não estamos alterados, a coisa até que nos diverte. Disso tudo ficamos cada vez mais convictos que o caminho que escolhemos é o certo, o que não quer necessariamente dizer que os outros estão errados, caso contrário não incomodaria tanto: "só se jogam pedras em árvore que dá frutos".
Bom você diz ser fanático em Jesus, entretanto não é o que suas ações dizem, pois se realmente fosse assim, o mínimo que faria é respeitar o direito dos outros em seguir o que quiserem, mas fica indignado porque não queremos fazer parte da sua ideologia religiosa.
Você deve muito bem lembrar da parábola do bom samaritano (Lc 10, 25-37), onde o samaritano, que era considerado herético pelos outros dois, o sacerdote e levita, foi o justamente ele quem cuidou do ferido à beira da estrada, exemplo que Jesus manda-nos imitar. Está aí a prova que religião não salva a ninguém, caso contrário o exemplo deveria ter sido do sacerdote e do levita que apesar de saberem a "bíblia" de cor, não aplicaram os ensinamentos nela contidos, portando-se como figueiras estéreis.
Em Mt 25, 31-46, no simbolismo do dia do juízo, qual o critério de separação dos bodes e das ovelhas? Foi a religião? Ou foram as obras realizadas a favor dos necessitados? Observar que os que foram para a direita foram os que "eu estava com fome, e vocês me deram de comer; eu estava com sede, e me deram de beber; eu era estrangeiro, e me receberam em sua casa; eu estava sem roupa, e me vestiram; eu estava doente, e cuidaram de mim; eu estava na prisão, e vocês foram me visitar" é o que os espíritas tentam fazer, talvez não fizemos mais devido essa perseguição religiosa sem sentido que nos tomam tempo. Distribuir alimentos não seria "me deste de comer quanto tive fome"? Uma coisa que possivelmente não tinha pensado: os atendidos dos espíritas, em sua esmagadora maioria, pertencem a outras correntes religiosas, inclusive muitos de sua amada Igreja Católica.
Quanto à sua insistência em dizer que a terra é um chiqueiro, só poderemos ainda de dizer: são seus olhos... Mas de qualquer forma tudo está assim, por absoluta incompetência das religiões tradicionais (algumas milenares) que não conseguiram moralizar o homem, quem sabe se foi por isso que Deus resolveu trazer uma religião mais pura, mais voltada às necessidades do povo, cujos templos não sejam ornados com ouro, que seus líderes não vivam da religião e que não exigiam do povo o dízimo, que engordam suas contas bancárias, enfim, algo que viesse a modificar esse estado de coisas que vemos por aí.
Aí, caro amigo, não temos outra alternativa, pois é somente fanático religioso que pensa que é o único a seguir Jesus, sua cabeça "feita" pela liderança religiosa, não consegue conceber que outras pessoas possam também seguir a Jesus de modo diferente do dele, a parábola do bom samaritano vem justamente provar isso, meu caro. Podemos citar também Gandhi que talvez tenha sido mais cristão do que a maioria que dizem ser.
Se como você diz "maldito o homem que acredita em outro homem", esperemos que não pense estar excluído disso, já que acredita piamente em sua liderança religiosa.
Não sabemos de onde tirou essa que estamos tentando entender os "mistérios de Deus". Conforme lhe falamos anteriormente essa retórica de "mistérios de Deus" não se aplica a nós, pois fazemos questão absoluta de questionar tudo, isso cabe aos que aceitam sem o mínimo questionamento o que sua liderança religiosa passa, no caso o fanático.
Se "o Espiritismo não existe", está atacando o que então?
Várias vezes outros fanáticos já nos disseram isso que estamos servindo a lúcifer, satanás, se estamos seguindo-os, vamos lhe dizer uma verdade: alcançamos uma coisa extraordinária, coisa que as religiões tradicionais não conseguiram, apesar de velhas na praça, pois conseguimos fazer que esses seres, em que acreditam, se tornassem bons, uma vez que insistentemente vêm nos recomendando: siga Jesus como guia e modelo, faça o bem ao seu próximo, perdoe a todos, principalmente aqueles que não lhes entendem a opção religiosa, acreditem em Deus, que é pai de todos nós, que nunca nos mandaria para um castigo eterno, respeite o que cada um escolher como maneira de expressar sua religiosidade, já que também é uma forma de caridade respeitar o direito dos outros, não menospreze os que andam em outros caminhos, etc.
A sua opinião do que seja o Espiritismo não faz a menor diferença, já que, além dos não sectários, as próprias autoridades constituídas reconhecem o Espiritismo como sendo uma religião. Embora em nosso meio muitos não o querem assim, já que pensam que poderão nos relacionar com essas religiões que existem por aí, que defendem interesses próprios em detrimento da verdade revelada por Deus através de Jesus.
Ao dizer que "Meu Deus enganou-se ao escrever do Deuteronômio", você assume que o próprio Deus tenha escrito a Bíblia, tem condições de provar isso? Mais ainda, anteriormente lhe trouxemos várias determinações bíblicas que você não provou seguir, aí lhe perguntamos não está seguindo o que Deus determinou?
Para a Bíblia ser a palavra de Deus, apesar de não escrita por ele é claro, é necessário que não exista nenhuma incoerência nela, certo? Então vejamos:
1 - Dt 5, 9: "... sou um Deus ciumento: quando me odeiam, eu castigo a culpa dos pais em seus filhos, netos e bisnetos";
Compare com: Dt 24, 16: "Os pais não serão mortos pela culpa dos filhos, nem os filhos pela culpa dos pais. Cada um será executado por causa de seu próprio crime".
Nos responda honestamente se há ou não uma contradição? O que seria da justiça se os filhos pagassem pelos erros dos pais? Daí, como poderemos estar pagando pelo "pecado" de Adão e Eva? Aliás, parece que a humanidade nunca pagará por esse pecado, pois, segundo os católicos, todos nós já nascemos com esse pecado. Apesar de dizerem que o sangue de Jesus redimiu pecados dos homens, o de Adão e Eva não foi redimido, se nascemos com ele.
2 - Pv 26, 4: "Não responda ao insensato conforme a insensatez dele, para que você não se iguale a ele".
Compare com: Pv 26, 5: "Responda ao insensato conforme a insensatez dele, para que ele não se considere sábio".
Diga-nos como devemos proceder, segundo Pv 26, 4 ou Pv 26, 5? Nem uma linha se passou e um versículo contradiz o outro.
3 - Ex 6, 3: "Apareci a Abraão, a Isaac e a Jacó como o Deus Todo-poderoso, mas a eles não dei a conhecer o meu nome: Javé;..."
Comparar com: Gn 15, 7: "Javé disse a Abrão: 'Eu sou Javé, que fez você sair de Ur dos caldeus, para lhe dar esta terra como herança'".
Gn 26, 22: "Então [Isaac] partiu daí e cavou outro poço; e, como não houve briga por causa deste, deu-lhe o nome de Campo Livre, dizendo: "Agora Javé nos deu o campo livre para que prosperemos na terra"
Gn 28, 13. "Javé estava de pé, no alto da escada, e disse a Jacó: "Eu sou Javé, o Deus de seu pai Abraão e o Deus de Isaac..."
Se Javé disse a Abrão "eu sou Javé"; se Isaac diz: "agora Javé nos deu" e Jacó ouviu Deus dizer: "Eu sou Javé", como então não revelou seu nome a Abraão, Isaac e a Jacó?
4 - Jo 5, 31: [Jesus] "Se eu dou testemunho de mim mesmo, meu testemunho não vale".
Compare com: Jo 8, 14: "Jesus respondeu: "Embora eu dê testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é válido,.."
Poderá nos tirar dessa encruzilhada?
Teríamos inúmeras outras coisas a colocar, e isso já demonstraria que não somos fanáticos, pois fanático aceita tudo cegamente. Se quiser saber mais leia o nosso livro "A Bíblia à Moda da Casa", e aí então ficará deveras chocado com o que encontramos a respeito da Bíblia como sendo a palavra de Deus.
Engana-se, meu caro, não ficamos feliz em chamar ninguém de fanático, pois para nós isso é quase uma doença, por isso quem é assim, precisa é de ajuda. "A verdade que liberta" é o melhor remédio, quando conseguem digeri-la. Reconhecemos que muitos o são não porque querem, mas por culpa da liderança religiosa que, usando do processo de lavagem cerebral, os fazem pensar dessa forma.
Prometemos para o nosso próximo texto, em resposta ao seu último, a prova que solicita sobre o Deuteronômio 18.
A ser uma religião como as tradicionais é preferível ser classificado como seita mesmo, obrigado! Ah! o nosso chefe? É aquele mesmo que ainda continuam a crucificá-lo todos os anos, não nas cerimônias religiosas, mas no íntimo de cada um, já que, por não cumprirem seus ensinamentos, torna o seu sacrifício em vão.
Paz em Cristo!
Paulo Neto
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From: Luiz
To:
Paulo da Silva Neto sobrinhoSent: Friday, May 14, 2004 8:11 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Paulo Silva Neto,
Que você é um fanático, não há dúvida alguma, só que com a particularidade de ser um espírita.
Não respondeu, não lê o que lhe mandam, mudou de assunto, fala do que não sabe, agarra em opinião dos outros, só sabe o que lhe passaram, não pesquisa nada, só lê livros com o OK da sua religião, enfim todas as características de um fanático de carteirinha.
Você que iniciou mandando e-mail para nós espíritas questionando sobre a reencarnação, entretanto até agora não refutou nada do que lhe indicamos, ficamos no aguardo.
Os que acreditam que Deus os tenha escolhido em detrimento do restante da Humanidade, pode ser tudo menos um bom cristão, pois a doutrina de Cristo é Universalista: "nenhuma ovelha do meu rebanho se perderá".
01 - PROVE QUE DEUTERONOMIO 18 - ESTA ERRADO
02 - QUEM DISSE QUE TODOS ESTAMOS ESCRITOS NO LIVRO DA VIDA?
ACHO QUE VC NUNCA LEU O PROFETA ZACARIAS!
Espada levanta contra meu Pastor, para que meu rebanho se disperse:
Em toda a Terra, oraculo do Senhor, dois terços dos habitantes serão exterminados e um terço subsistira.
Mas farei passar este terço pelo fogo, purificalo-ei como se purifica a prata, prová-lo-ei como se prova o ouro.
Então ele invocara meu nome e o ouvirei, e direi: "Este é meu povo" e ele responderá: "O Senhor é o meu Deus".
Abraço
Ah meu tempo cessou para vc, tenho outros afazeres, tenho minha familia, meus amigos enfim tenho minha vida, se acaso vc ficou magoado me desculpe, não foi esta intenção, mas realmente vc é um fanático, e se vc acredita realmente nesta teoria de reencarnação, sinto muito mas vc terá uma grande decepção
Até um dia
Luiz
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----- Original Message -----
From:
Paulo da Silva Neto sobrinhoTo: Luiz
Cc:
webmaster@espirito.org.brSent: Thursday, May 13, 2004 5:21 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Luiz,
Seja mais criativo, meu caro, não fique aí plagiando os outros, tenha seus próprios pensamentos, saia desse fanatismo que não lhe levará a nada.
Como dissemos anteriormente, não ficamos feliz em lhe dizer isso, mas não nos resta outra alternativa, pois o fanático é assim mesmo não admite em hipótese alguma estar errado e quer convencer a todos que a opção religiosa dele é que é a certa por isso fica enviando mensagem tentando "corrigir" os outros, não é exatamente isso que está fazendo? Diga-nos quando nós lhe fizemos isso?
Só que está confundindo uma pessoa que defende seu pensamento de "unhas e dentes", com fanático. Se não fizéssemos isso estaríamos pensando pela cabeça dos outros. Não abrimos mão de defender o que pensamos, mas não queremos que pense igual a nós, já que isso é praticamente impossível, você já está cansado de saber o motivo, não é mesmo? Ficaremos nessa posição até que alguém nos prove por A mais B que estamos errados, só adiantamos que não nos venham com a Bíblia, pois para nós ela não prova nada, há de ser por outro meio. Não somos fanáticos para acreditar em tudo da Bíblia como verdadeiro, e nosso livro prova justamente isso. Infelizmente algumas pessoas a consideram de tal maneira que o que não consta da Bíblia é errado ou não existe. Puro fanatismo, pois avião, helicóptero, nave espacial, computador, "bebê de proveta", clonagem, etc., não constam da Bíblia nem por isso deixam de ser verdades.
Agora, vamos à prova sobre o Deuteronômio 18. Embora já tenhamos lhe provado a adulteração do texto em algumas Bíblias católicas. Vamos, primeiramente, apresenta-lhe o escritor Severino Celestino:
"Nasceu na cidade de Alagoa-Grande, estado da Paraíba, em 1949. É formado em Odontologia e possui curso de especialização em Periodontia, mestrado em Clínicas Odontológicas pela Universidade de São Paulo (USP), e doutorado em Odontologia Preventiva e Social pela Fundação de Ensino Superior de Pernambuco (FESP). É professor de ensino superior no curso de Odontologia da Universidade Federal da Paraíba há 23 anos.
É ex-seminarista, pesquisador, estudioso do hebraico e das religiões, principalmente o Judaísmo, base de todas as religiões cristãs. Nunca deixou de estudar a Bíblia, sempre buscando sua essência e conteúdo divino em sua língua original, o hebraico. Apresenta nesse trabalho, a história das ‘Traduções Bíblicas’ e o que tem ocorrido com os textos sagrados, desde a época de Moisés até o presente, levando a refletirmos sobre as palavras de S. Jerônimo: ‘a verdade não pode existir em coisas que divergem’. Utiliza conceitos do Talmude, do Midraxe e dos Rabinos com relação à Bíblia (Torá)".
Seu livro tem a assistência do professor Avraham Avdan sobre cultura hebraica, e como base para análise da tradução dos textos da Bíblia hebraica (Tanách), alguns textos gregos na Septuaginta e outros do Latim, na Vulgata.
Sobre a passagem em questão, Deuteronômio 18, trazemos algumas de suas considerações, que você poderá contestar, pois ele traz o texto em hebraico dando a sua tradução. Texto foi retirado do livro Analisando as Traduções Bíblicas, do Dr. Severino Celestino da Silva, Editora Idéia, 3Ş Edição, 2001, sobre a tal proibição de se comunicar com os mortos. É o seguinte (págs. 83 a 98):
Deuteronômio 18 - Proibição
"E acompanhe agora, a análise do Deuteronômio 18, o mais citado dos textos contra o Espiritismo":

Texto Hebraico Transliterado
"ki atá bá él-haaréts asher Iahvéh Eloheichá noten lach lô tilmad la’assôt kto’avôt hagoim hahém. Lô-imatzê bechá ma’avir benô-uvitô baêsh kôssen ksamim me’onem umnachêsh umchashêf: vchover chaver vshoêl ôv veid’oni vedorêsh el-hametim".
Tradução Literal:
ki = quando; atá = tu; bá = fores, chegares ou entrares; él-haárets = na terra; asher = a qual; Iahvéh = nome próprio dado a Deus; Eloheichá = teu Deus; noten lach = te dá; lô tilmad = não aprendas; la’assôt = fazer; kto’avôt = sujeiras, manchas, abominações; hagoim hahém = daquelas nações estrangeiras; lô-imatzê bechá = não se achará em ti; ma’vir benôuvitô = quem faça passar seu filho ou sua filha; baêsh = pelo fogo; kossen = nem encantador; ksamim = nem feiticeiros; me’onem = nem agoureiro; umnachêsh = nem cartomante; umchashêf = e nem mágico, bruxo ou feiticeiro; vchovêr = nem mago; vechavêr = e semelhante; vshoêl ôv = nem quem consulte o necromante, o mágico ou feiticeiro; veid’oni = e o mágico e o adivinho; vedorêsh = e quem exija a presença; el-hametim = dos mortos.
Analisemos agora todo este texto palavra por palavra para que você, leitor, possa tirar sua conclusões.
Comecemos pelas recomendações de Moisés no Versículo nove (9) do Deuteronômio 18: "Quando entrares ou chegares na terra que Iahvéh teu Deus te dá, não aprendas a fazer as abominações daquelas nações".
Aqui começam as recomendações. A quem são dirigidas estas recomendações?
Aos espíritas?
Claro que não!
"Quando entrares na terra que Iahvéh te deu".
Quando quem entrar?
Certamente Moisés se refere aos "Bnei Israêl", Filhos de Israêl, ou povo de Israêl.
E a que terra prometida por Deus se refere Moisés?
Sabemos que o autor sagrado se refere à terra de Canaã ou terra prometida por Deus a Abraão e seus descendentes.
Ora, se estas recomendações foram dirigidas aos filhos de Israel ou Hebreus, nós, espíritas, 4.000 anos depois, não temos a menor responsabilidade sobre esse fato, pois por acaso, recebemos de Moisés a incumbência de ira para a terra prometida?
Parece-nos que os desejosos de atacar, a tudo custo, o seu "PRÓXIMO" só porque possui outra filosofia religiosa, ficam tão presos às questões críticas e pessoais, que não percebem a verdadeira época e origem dos textos sagrados e a quem eles foram realmente dirigidos.
Vamos analisar, agora, o texto de Deuteronômio, que de uma maneira geral, resume os demais e serve para que cada um possa tirar suas dúvidas e conclusões.
lô-imatzê bechá = não se ache contigo; ma’avir benô ubitô baêsh = quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha.
Refere-se esta primeira parte ao costume entre fenícios de queimar os primogênitos no altar de Moloq. Moisés proíbe ainda que nem seque se faça oferta dos filhos e filhas a Moloq, fazendo-os passar pelo fogo (Lv. 18:21-2Rs. 23:10). Os acontecimentos bíblicos fazem pensar em ritos realizados para fundações ou em caso de derrotas e infortúnios (1RS. 16:34; 2Rs. 3:27).
Maimônides, (1135-1204), filósofos, médicos, mestres da literatura rabínica e um dos maiores iluminadores do povo judeu em todos os tempos, explica esse procedimento: "Um grande fogo é aceso. O pai toma um de seus filhos e o entrega aos sacerdotes que são adoradores do fogo. Aqueles sacerdotes devolvem o filho ao pai, após ter sido entregue em suas mãos, para que possa ser passado através do fogo com o consentimento de seu pai. O pai é quem passa o seu filho sobre o fogo, com a permissão do sacerdote. Ele faz seu filho andar com os próprios pés através das chamas, de um lado ao outro. De fato, em tal ritual, não se queima a criança em honra de Moloq como filhos e filhas eram queimados no ritual de uma outra espécie de idolatria, mas faz-se meramente com que ele passe através do fogo, a serviço do ídolo chamado Moloq".
Veja a desobediência dos israelitas em 2 Reis 17:17: "Fizeram passar pelo fogo seus filhos e filhas, praticaram a adivinhação e a feitiçaria, e venderam-se para fazer o mal na presença de Iahvéh, provocando sua ira".
Eles ainda estavam muito ligados aos costumes egípcios, daí a preocupação de Moisés. Isaías faz referência em seu livro no Capítulo 19:3, sobre este costume que é herdado dos Egípcios. Veja seu comentário: "O espírito dos egípcios será aniquilado no seu íntimo, confundirei o seu conselho. Eles irão em busca dos seus deuses vãos, dos encantadores e dos adivinhos". (vél-haovôt vél-haid’onim).
Na mitologia clássica grega, Cronos devora seus filhos. A imolação de crianças na fogueira era acompanhada de cerimônias de encantamento destinadas a apaziguar o deus. Acaz, rei de Judá, realizou tais práticas e está em 2Rs. 16:2-4. Veja: "Acaz tinha vinte anos quando começou a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém. Não fez o que é agradável aos olhos de Iahvéh, seu Deus, como havia feito David, seu pai. Imitou a conduta dos reis de Israêl, e chegou a fazer passar pelo fogo, segundo os costumes abomináveis das nações que Iahvéh havia expulsado diante dos filhos de Israêl".
Aqui existe, por parte da maioria dos tradutores, a tendência de utilizar um texto escrito, em um passado remoto, para adaptá-lo a uma realidade completamente diferente, no presente, tendo, principalmente, como objetivo condenar uma Doutrina que eles desconhecem.
Analise o versículo 10 e responda: Onde é que, no texto acima traduzido, estão as palavras "médiuns, espiritismo, ou espírita ou espírito" que tantos tradutores encontram?
Como um pouco de Exegese e Hermenêutica desprovidas de sectarismo religioso faz falta a muita gente!...
Agora observe a tradução da 35Ş edição da Bíblia, realizada pelo centro Bíblico Católico Editora Ave Maria: "Quando tiveres entrado na terra que o Senhor, teu Deus, te dá, não te porás a imitar as práticas abomináveis da gente daquela terra. Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou a evocação dos mortos". (tradução incorreta).
Está de acordo, caro leitor, com os textos hebraicos traduzidos acima?
Observe ainda o que coloca a Bíblia "Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas" dos nossos irmãos Testemunhas de Jeová:
"Quando tiveres entrado na terra que Jeová, teu Deus, te dá, não deves aprender a fazer as coisas detestáveis dessas nações. Não se deve achar em ti alguém que faça seu filho ou sua filha passar pelo fogo, alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium Espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos". (tradução incorreta).
Analise a tradução, comparando-a com o texto traduzido acima e tire suas conclusões... onde existe médium e espírita neste versículo?
Agora segue o texto traduzido e desprovido de qualquer intenção pessoal ou preconceituosa. Compare-o e veja que está de acordo com o original.
"Quando entrares na terra que Iahvéh, teu Deus, te dá, não aprendas a fazer as abominações daquelas nações. Não se achará entre ti quem faça passar seu filho ou sua filha pelo fogo, nem adivinhador, nem feiticeiros, nem agoureiro, nem cartomante, nem bruxo, nem mago e semelhante, nem quem consulte o necromante e o adivinho, nem quem exija a presença dos mortos".
Kossêm ksamim (Refere-se Moisés aos encantadores e adivinhos).
Maimônides, esclarece que o encantador é aquele que pronuncia palavras, que não são uma língua, imaginando totalmente que tais palavras são mágicas. Tais encantadores chegam ao ponto de dizer que, se uma pessoa pronunciar determinadas palavras sobre uma cobra ou escorpião eles se tornarão inofensivos, e que se uma pessoa pronunciar certas palavras sobre um homem, ele não será ferido. Entre eles há aquele que, enquanto fala, segura em sua mão uma chave, pedra ou objeto - tudo isso é proibido. O próprio encantador que segurou qualquer objeto em suas mãos ou fez qualquer ato além de falar, mesmo se apenas apontou um dedo, é punido segundo as escrituras. O adivinho é aquele que realiza qualquer ato de modo a cair um estado letárgico para que sua mente seja afastada de todas as coisas externas, após o que ele prevê futuros eventos, dizendo "isto acontecerá, ou não acontecerá", ou "é próprio fazer isto", ou "cuidado ao fazer aquilo". Alguns adivinhos fazem uso da areia ou pedras; o indivíduo se curva à terra e grita; um outro fixa o seu olhar sobre um espelho de metal ou uma lâmpada, e então eles imaginam coisas e falam em seguida. Um outro carrega um bastão na mão, curva-se sobre ele e com ele golpeia o solo, até que sua mente esteja em estado de abstração. Em seguida, ele fala. O profeta Oséias (4:12), refere-se a este costume quando diz: "Meu povo consulta o seu pedaço de madeira e o seu bastão faz-lhe revelações".
Refere-se, também, a trabalhos, despachos, adivinhação e semelhantes, com o objetivo de prejudicar alguém ou de obter benefícios pessoais. Sacerdotes lançam flechas ou as misturavam numa aljava. A ponta emplumada dessas flechas era coberta de inscrições que continham respostas variadas e contraditórias a questões angustiantes. A resposta do deus à questão estava inscrita na flecha retirada ao acaso.
me’onem (significa agoureiro, feiticeiro, mago):
Pode-se comprovar o significado desta palavra com ‘anân, (nuvens). Os que adivinham por meio das nuvens, por meio de vôos de aves ou outros animais. A forma e a cor das nuvens eram interpretadas como sinais premonitórios. O sangue e o ouro da aurora e do crepúsculo sempre impressionaram os homens que neles liam presságios do futuro.
umnachêsh (significa e ao adivinho ou cartomante):
Diversos procedimentos podiam ser empregados: Iossêf, (José do Egito) por exemplo, adivinhava por meio de seu cálice (veja Gn 44; 5). É bem possível que ele observasse serpentes em sua taça, uma vez que a palavra "nachash", serpente, é tão semelhante a "naschêsh" (adivinho, necromante) donde se pode concluir que o adivinho observava os movimentos de serpentes ou de outros animais. Este modo de proceder estava profundamente enraizado nos costumes de numerosos povos primitivos. Ele era muito difundido na Grécia arcaica e até mesmo na época clássica.
Existia ainda um princípio de interpretação, conhecido no antigo oriente, que se usava a taça, ou seja, o de se usar o movimento ou o som da água caindo na taça, ou ainda o desenho que nela formavam certas gotas de óleo, e eram interpretadas como sinais.
Umchashêf (significa e à feitiçaria, mágica, bruxaria):
É uma palavra acadiana que significa: ele desvenda os mistérios. Segundo o código da aliança, esse papel era desempenhado principalmente pelas mulheres. Veja Êxodo 22:18 "Não deixarás vier uma feiticeira". É o que hoje chama-se feitiço, culto prestado através de amuletos e crenças em totens e semelhantes.
Vechovêr chavêr (siginifica e quem pratique atos de magia, mago):
Aqui refere-se aos que praticam a magia tanto branca como negra. Sabe-se que a prática de magia tem por finalidade atingir um objetivo por meio de atos ou coisas materiais, como cantos, fórmulas cabalísticas, desenhos, etc.
veshoêl ôv veid"oni (significa e quem consulte necromante, mágico e adivinho)
São as mesmas recomendações existentes no Levítico 19:31, 20:6, e 20:27, e em Isaías 8:19. A palavra consultar ou interrogar, colocada antes de necromante e adivinho, prova que, entre os Hebreus, as evocações eram um meio de adivinhação.
Na necromancia, o praticante fica de pé, oferece uma certa espécie de incenso, segura em sua mão um ramo de mirta e o balança. Ele pronuncia suavemente certas palavras conhecidas dos praticantes dessa arte, até que a pessoa que o consulta pensa que alguém está conversando com o necromante respondendo suas perguntas em palavras que soam como se viesse de debaixo do chão em tons excessivamente baixos, quase inaudíveis ao ouvido e apenas apreendidos pela mente. O necromante também costuma tomar o crânio de um homem morto, queimar incenso em seu nome e usar de artes de adivinhação, até que surge o rumor de uma voz, excessivamente baixo, vindo de sob as axilas do necromante e que responde a ele.
A palavra "id’oni" refere-se ao feiticeiro que coloca o osso de um animalzinho chamado "yadúa", dentro da sua boca e prediz.
Neste caso, Maimônides diz que os que consultam espíritos familiares oferecem incenso, põem o osso (iedúa) em sua boca e realiza outros atos, até que caem ao chão como um epilético e pronunciam previsões de eventos futuros.
O nó gordio, que é um nó difícil de desatar, e narrado na lenda de Alexandre, é uma ilustração da prática das tranças, fios de Parcas e outros cordames utilizados nos templos para fins de adivinhação.
= Vedorêsh el-hametim (significa e quem exija a presença dos "mortos"):
A maioria traduz dorêsh él-hametim como consulta aos "mortos", no entanto, acima já existe o verbo consultar (shoêl) utilizado antes das palavras "necromante e adivinho". Porém, antes da palavra "mortos" observe que o verbo muda para (lidrôsh) e o primeiro significado do verbo lidrôsh, em hebraico, é EXIGIR, daí, a tradução correta do texto ser: exigir a presença dos mortos. Se este verbo tivesse o mesmo significado de consultar, não teria razão de, no versículo, o autor sagrado trocar o verbo "shoêl por dorêsh" antes da palavra "hametim", ("mortos").
Existe ainda o agravante: era costume dos adivinhos se deitarem de bruços sobre os túmulos para tentarem estabelecer um diálogo com os mortos. Acreditavam com isso ser possível o diálogo.
Maimônides, acrescenta ainda que eles jejuavam e depois passavam a noite em um cemitério, a fim de que um morto lhe aparecesse em sonho e o comunicasse sobre os assuntos que ele desejasse perguntar. Outros vestiam mantos especiais, pronunciavam certas palavras, ofereciam um incenso especial e dormiam sozinhos no cemitério, afim de que uma pessoa morta lhes aparecesse em sonho e conversasse com eles.
A proibição de Moisés se dirigia exatamente a este método ou a esta prática para se conseguir o intercâmbio. Moisés não diz em nenhum momento se acreditava na eficácia dessas práticas. No entanto, proibia o seu uso, o que já é suficiente para entendermos que ele acreditava no retorno dos mortos, do contrário não as teria proibido.O rei Saul, em casa da pitonisa de Endor (I Samuel 28:7-19), comprova esta crença que justificava plenamente a proibição.
Meu Deus, onde já se ouviu dizer que algum [1] espírita, seguidor dos postulados espirituais de Allan Kardec, realize tais práticas?
Nós, espíritas, conhecedores da faculdade mediúnica, sabemos que esta prática é perigosa, principalmente quando aqueles que a praticam são médiuns. Logicamente, os espíritos vampirizadores que normalmente existem, nos cemitérios, levariam aqueles que praticam este ato às mistificações e obsessões.
Não podemos esquecer de analisar a situação em que os livros de Moisés foram escritos e para que povo foram escritos. Encontrava-se o povo hebreu, em uma época de idolatria e politeísmo. E este povo recém-saído do cativeiro e procedente de um país, (Egito), onde também reinavam a idolatria e o materialismo. Existia por parte de Moisés uma preocupação em conduzir aquele povo e ao mesmo tempo em exterminar do meio deles a idolatria. Era muito comum, naquela época, a existência de Adivinhos e Necromantes que se intitulavam verdadeiros ídolos, e sendo também muito procurados pelo povo de então. Moisés tenta acabar com estes costumes e as práticas mais populares e comuns a que o povo se submetia, para poder instalar e instituir, entre esse povo, o verdadeiro e único Deus.
Ressaltamos ainda, com relação aos mortos, que a proibição de Moisés foi contra a exigência da presença do morto, porque ele sabia que nem sempre isto é possível, o que está de pleno acordo com Kardec que nos informa nem sempre estar o espírito desencarnado em condições de atender ao nosso chamado. Ele poderá até já estar reencarnado em outro corpo e como poderia atender ao chamado? (Veja o Livro dos Médiuns, questões 273, 274 r 275).
Quem conhece o Espiritismo sabe muito bem que os espíritas não vão a cemitério debruçarem-se sobre túmulos, nem ali dormir, para dialogar com os espíritos e este era o costume daquela época, por isso, proibido por Moisés.
Além disto, os Espíritas não exigem a presença dos "mortos" nem evocam os espíritos superiores para deles obterem revelações ilícitas, nem delas tirarem benefícios pessoais, mas esperam as suas manifestações espontâneas, para delas receberem sábios conselhos e proporcionarem alívio àqueles que sofrem. Se os Hebreus utilizassem a comunicação dos mortos do mesmo modo e seriedade com que os Espíritas o fazem hoje, certamente Moisés não os teria proibido de nada. Pelo contrário, tê-los-ia estimulado. Veja Números 11:26 a 30.
Após todas estas análises, sentimos o dever de perguntar a quem possa nos responder: Onde está o espiritismo nestes versículos do Êxodo 22:18; Levítico 20:6e 27; Deuteronômio 18: 9-11? Quem descobriu os princípios doutrinários nestas passagens? De onde retiraram as palavras "Médium e Espiritismo"? Quando os textos em hebraico falam de "Necromantes e Adivinhos"? Quem disse que espírita é sinônimo de necromante e adivinho? O Apocalipse fala (Cap. 22: 18 e 19) que "todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes ajuntar alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas neste livro; e se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da cidade santa,descrita neste livro". Mas, existem tradutores mudando os textos e colocando palavras inexistentes e com o único intuito de condenar aqueles que não pensam da mesma maneira que eles. É o caso das palavras "Médium" e "Espiritismo".
O Cristo ensinou a amar ao próximo como a nós mesmos (Lv. 19:18; Mt. 19:19). Afirmou, ainda, que não veio para viver com os bons, (Mateus Cap. 9:12; Marcos 2:17; Lucas 5:32), no entanto, ainda existem pessoas que, apesar de possuírem uma filosofia religiosa cristã, condenam o seu semelhante pelo simples fato de não pensar igual a eles. É como se fossem a expressão única e exclusiva da verdade. Se dizem seguidores do Cristo que ensinou o Amor e o Perdão, mas não perdoam ninguém, a não ser aqueles que vivem segundo seus conceitos, ou seja, os que pensam e possuem a mesma religião que eles. Será que foi isto que o Cristo ensinou? Medite você sobre esta colocação e lembre-se do "não julgueis para não serdes julgados" (Mt. 7: 1 e 2).
As lógicas expostas nos conduzem a não aceitar de forma alguma tais afirmativas, pois estas conclusões tendenciosas e infundadas só interessam aos inimigos gratuitos da Doutrina Espírita.
(...).
Lembre, ainda, o fato de que a proibição de consulta dos mortos foi determinada por Moisés e não por Deus. Para o Hebreu, o maior documento dentro da LEI é o DECÁLOGO e no decálogo ou DEZ MANDAMENTOS não existe esta proibição de diálogo com os "mortos". Isto nos mostra que foi uma recomendação para aquele momento, para o povo que se encontrava no deserto, devido ao abuso desta prática muito utilizada por eles.
Existe um conceito muito conhecido de que as almas habitam uma morada fixada por Deus no "inferno, purgatório ou paraíso". As que estão no inferno não podem sair, embora o demônio possa, e a qualquer hora. As que estão no paraíso estão muito acima dos mortais para se preocuparem com eles e muito felizes para voltarem a este mundo. As do purgatório são sofredoras e têm que pensar na salvação antes de tudo; portanto nenhuma delas pode vir e se elas não podem vir, Moisés proibiu a evocação de quem?
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[1] No original consta: nenhum.
Você traz uma passagem de Zacarias para justificar que nem todos estamos escritos no livro da vida? Você como pai ama a todos os seus filhos? Será que escolhe apenas um para dedicar o seu amor o resto que se dane? "Se vocês, que são maus, sabem dar coisas boas a seus filhos, quanto mais o Pai de vocês que está no céu dará coisas boas aos que lhe pedirem". (Mt 7, 11).
O que os fanáticos não fazem de jeito nenhum, iremos fazer agora para lhe provar que o que cita não tem sentido algum.
A passagem de Zacarias que você transcreveu foi tirada do cap. 13, versículos 8 e 9.
A Bíblia Pastoral - católica - traz a seguinte nota sobre essa passagem:
"... Fogo. é o exílio na Babilônia, onde foi testada a fidelidade de Israel. O grupo que reconheceu a própria culpa e não cedeu aos ídolos é o resto, em base ao qual Javé novamente reconstruirá o seu povo".
Assim, podemos claramente observar que, trata-se de uma situação de época, já perdida nas areias do tempo, não se aplica a nenhum evento futuro, como alguns querem fazer crer. Mas como é necessário amedrontar os fiéis, pois o domínio fica mais fácil, mantêm as coisas como se fossem para um tempo futuro.
Retiramos, para estudo, pois não aceitamos as coisas cegamente, as seguintes informações sobre o livro de Zacarias, constantes das Bíblicas Católicas:
1 - Da Bíblia de Jerusalém:
"O livro de Zacarias compõe-se de duas partes bem distintas: 1-8 e 9-14. Depois de uma introdução, datada de outubro/novembro de 520, dois meses após a primeira profecia de Ageu, o livro refere oito visões do profeta, datadas de fevereiro de 519 (1,6-7,8), seguidas da coroação simbólica de Zorobabel... O cap. 7 é um retrospecto do passado nacional, e o cap. 8 abre perspectivas de salvação messiânica, ambos a propósito de um problema sobre o jejum, suscitado em novembro de 518".
"Este conjunto bem datado e de pensamento homogêneo é certamente autêntico; todavia, traz as marcas de uma revisão, feita pelo próprio profeta ou por seus discípulos...".
"A segunda parte (9-14), que aliás começa com um título novo (9,1), é completamente diferente. As peças não têm data e são anônimas. Já não se fala nem de Zacarias, nem de Josué, nem de Zorobabel, nem da construção do templo. O estilo é diferente e utiliza freqüentemente livros anteriores, sobretudo Jr e Ez. O horizonte histórico não é mais o mesmo: Assíria e Egito aparecem como nomes simbólicos de todos os opressores".
"Estes capítulos foram, com muita probabilidade, compostos nos últimos decênios do século IV a.C., após a conquista de Alexandre. Apesar dos esforços renovados recentemente para provar a sua unidade, é forçoso admitir que são heterogêneos".
2 - Bíblia Ed. Vozes
"A segunda parte do livro é em sua estrutura e temática totalmente diferente. Os diversos oráculos aqui reunidos são anônimos e não são datados. O tema da reconstrução do templo e da comunidade desaparece completamente. Esta parte pode ser subdividida em dois blocos introduzidos por títulos próprios (cf. 9,1 e 12, 1). O primeiro (c. 9-11) é quase exclusivamente em forma poética e o segundo é em prosa (c. 12-14). O Dêutero-Zacarias foi composto por volta do ano de 300 a.C. e o Trito-Zacarias na primeira metade do século III a.C".
Concluímos que o livro de Zacarias não pode ser todo atribuído a esse profeta. Com isso justamente a passagem citada não seria, portanto, algo que ele tenha escrito. E observar "certamente autêntico", por exclusão, seria o mesmo que dizer que a outra parte (cap. 9-14) não é autêntica. Daí como acreditar nessa passagem que você nos apresenta, até mesmo porque, segundo informa, foi escrita na primeira metade de século III a.C., que dizer, Zacarias nem era vivo mais, talvez um "piedoso" autor bíblico resolveu acrescentar alguma coisa no escrito original de Zacarias, não é provável?
Como até agora não conseguiu contrapor absolutamente nada sobre a reencarnação, ficaremos com o que temos objeto de muito estudo e de pesquisa feitas em vários livros, que se achar de seu interesse podemos lhe indicar, embora achemos improvável que isso vá acontecer, pois f...
Não ficamos magoados não, usamos: "Pai perdoai-lhe pois não sabe o que fala".
Paz em Cristo!
Paulo Neto
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Paulo da Silva Neto sobrinhoTo: Luiz
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webmaster@espirito.org.brSent: Saturday, May 15, 2004 12:36 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Luiz,
Usaremos seu próprio texto para fazermos as nossas colocações.
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From: Luiz
To:
Paulo da Silva Neto sobrinhoCc:
webmaster@espirito.org.brSent: Saturday, May 15, 2004 7:21 PM
Subject: Re: CORREÇÃO
Realmente este contato me ajudou e muito a confirmar minha FÉ NA IGREJA FUNDADA COM O PRECIOSÍSSIMO SANGUE DE JESUS CRISTO.
Se alguém ler isoladamente este seu e-mail, poderá ficar com a impressão que nós, de alguma forma, estamos tentando lhe convencer, quando é justamente o contrário. Possivelmente poderíamos até ter direito de lhe apresentar nossa opção religiosa, mas somente quando estivermos pagando a sua conta de supermercado, como não é o caso, ficamos, como se diz popularmente, "na nossa".
E que fique bem claro: o fato de não seguir qualquer uma das religiões organizadas existentes por aí não, quer dizer que elas não prestam, já que a instituição propriamente dita não pode ser culpada pelos excessos de qualquer um de seus membros. Mas de qualquer forma, uma instituição para ser digna de se chamar religiosa deverá seguir essa definição: "Religião pura e sem mancha diante de Deus, nosso Pai, é esta: socorrer os órfãos e as viúvas em aflição, e manter-se livre da corrupção do mundo". (Tg 1, 27).
O que os sectários não entendem é que ao se apoiarem na Bíblia (dos cristãos), se esquecem que por ela o "povo eleito" é o judeu, não eles, assim, fatalmente estão condenados ao inferno, já que acreditam nele.
Colocaremos ao longo desta nossa resposta alguns pensamentos de dois autores não espíritas. Um é filósofo e o outro um teólogo, o que falam têm muito a ver com o que também pensamos.
"Certamente que se eles tivessem uma centelha que fosse da luz divina, não andariam tão cheios de soberba idiota e aprenderiam a honrar a Deus e distinguir-se-iam dos outros pelo amor, da mesma forma que agora se distinguem pelo ódio. Nem perseguiriam com tanta animosidade os que não partilham das suas opiniões; pelo contrário, sentiriam piedade deles (se é, de fato, a salvação alheia e não a própria fortuna que os preocupa). Além disso, se realmente tivessem alguma luz divina, ela se veria pela sua doutrina". (TT-P, pág. 10).
"Como, além disso, os homens são por temperamento bastante diferentes, e, como uns preferem esta, outros aquela opinião, inspirando a uns sentimentos religiosos o que a outros só provoca o escárnio, concluo ser necessário deixar a cada um a liberdade de julgar e a possibilidade de interpretar os fundamentos da fé segundo a sua maneira de ser, e não se ajuizar da fé de ninguém a não ser pelas suas ações, conforme forem piedosas ou ímpias. Só assim poderão todos obedecer a Deus de livre e inteira vontade e dar valor apenas à justiça e à caridade". (TT-P, pág. 12).
"As coisas estão num ponto tal que os homens não admitem mais ser corrigidos a esse respeito, defendendo obstinadamente aquilo que se agarraram como se fosse a religião". (TT-P, pág. 140).
"... a Igreja foi, desde os tempos dos apóstolos até hoje, incessantemente vexada e com certeza continuará a sê-lo até o dia em que a religião, finalmente, se aparte das especulações filosóficas e se reduza àquele pequeno número de dogmas muito simples que Cristo ensinou aos seus discípulos". (TT-P, pág. 194).
"Com efeito, tanto a razão como as declarações dos profetas e dos apóstolos proclamam abertamente que o verbo eterno de Deus, o seu pacto e a verdadeira religião estão inscritos pela mão divina no coração dos homens, isto é, na mente do homem: é esse o verdadeiro documento de Deus, aquele que ele próprio autenticou com o seu selo, quer dizer, com a idéia de si, essa como que imagem da sua divindade". (TT-P, pág. 196).
"Admira-me bastante, pois a engenhosidade de pessoas, como aquelas de quem já falei, que enxergam na Escritura mistérios tão profundos que se torna impossível explicá-los em qualquer língua humana e que, além disso, introduziram na religião tantas matérias de especulação filosófica que a Igreja até parece uma academia e a religião uma ciência, ou melhor, uma controvérsia". (TT-P, pág. 208).
"Tampouco proclamou Jesus a Igreja do seu povo, nem outra Igreja particular qualquer, como sendo a única Igreja verdadeira e infalível. Se o fizera teria sucumbido vítima do egoísmo sectário. Pode-se mesmo dizer que revelou maior amor para com os dissidentes – os hereges da Samaria e os gentios de Roma – do que para com seus próprios correligionários, eivados, muitos deles, do mesmo espírito sectário e exclusivista que hoje em dia tiraniza muitos daqueles que se dizem discípulos de Cristo. O que Jesus disse dos samaritanos – considerados pelos judeus ortodoxos como os maiores hereges – faz parte das passagens mais belas do Evangelho. O colóquio de Jesus com a mulher samaritana à beira do poço de Jacó é uma das grandes jóias da literatura religiosa mundial. A parábola do bom samaritano é contada adrede para mostrar que a essência da religião não está em cerimônias rituais ou dogmas fossilizados, como julgavam o sacerdote e o levita da Sinagoga, mas sim no amor de Deus manifestado em humana caridade, a exemplo do que fez o herege da Samaria. Dos dez leprosos curados por Jesus, um só voltou para dar graças a Deus – e este era samaritano". (LE, pág. 74).
"Há quem afirme que o cristianismo possa salvar o mundo – enganam-se! Há quase dois mil anos o cristianismo tem cometido os maiores crimes de que há memória nos anais do gênero humano, incluindo cruzadas, inquisições, guerras de extermínio, infernos de ódio, rios de sangue e de lágrimas – e ninguém dirá que isso seja salvação".
"O único fator, absolutamente único, que de fato pode salvar a humanidade e fazê-la feliz, agora e para sempre é o Cristo – o Cristo real da história e da eternidade, que apareceu visível em Jesus de Nazaré. Mas esse Cristo autêntico é, para a imensa maioria dos cristãos, um Agnostós Theós, um Deus ignoto, como era nos meados do primeiro século para os filósofos de Atenas". (LE, pág. 180).
Fico me questionando se JESUS CRISTO NÃO TIVESSE RESSUSSITADO DOS MORTOS, será que os apóstolos apostariam em uma mentira?
Está aí a maior prova que os mortos se comunicam, pois Jesus depois de morto apareceu aos seus discípulos, e, segundo a opinião de Lucas, ficou entre eles por quarenta dias.
Podemos ainda citar que quando vivo ele, numa inegável sessão mediúnica, conversou com os espíritos de Moisés e Elias, no monte Tabor, tendo como testemunhas Pedro, Tiago e João (Mt 17, 1-9). Desta forma, liberou definitivamente a proibição de Moisés sobre a comunicação com os mortos. Como disse algo bem próximo disso: "tudo o que eu fiz vós podeis fazer e até muito mais" (Jo 14, 12), e já que seguimos a Jesus, estamos fazendo exatamente o que Ele fez, apesar de que isso não vem agradando a alguns, que preferem seguir a Moisés que a Jesus. E estranho; se foi o próprio Moisés que disse ser proibida a comunicação com os mortos, como ele próprio, depois de morto, vem conversar com Jesus. Apelar que Jesus é Deus não é argumento para nós, pois Ele nunca se colocou como tal, foram os "iluminados" padres da igreja que o elevaram à categoria de um Deus. Com absoluta certeza, um dos mais elevados espíritos que desceu à Terra. Sua evolução espiritual o colocava fora da l