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A reencarnação só existe para os materialistas

Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco ( www.csf.org.br)
São Carlos/SP – 03/07/2006.

O título dessa mensagem parece contraditório? Parece, mas não é. Encarnar é
um ato material e como sempre salientamos, o mudo material é ilusório, um
campo para a provação do espírito. Um único mundo existe: o mundo
espiritual.
Sendo a encarnação um ato material, ela só existe para os materialistas,
para aqueles que acreditam no mundo material e se apegam aos prazeres,
sensações e percepções que nosso ego está programado para criar.
Enquanto nos mantivermos unidos ao mundo material, a vida espiritual se
torna desagradável e repugnante, algo sem graça, como vocês dizem. Assim, o
espírito apegado ao mundo material retorna, infinitamente, a um novo corpo
físico quando o anterior foi consumido pelo tempo e pelas vicissitudes da
vida humanizada, iludindo-se, eternamente, com o ato ilusório da
reencarnação.
Quando o espírito se livra da materialidade, ressuscitando para o mundo
espiritual, ou seja, descobrindo-se como um espírito eterno que não tem
sexo, que não é homem ou mulher, que não precisa dos apegos materiais,
sentimentais ou culturais para ser feliz, já que a felicidade é inerente ao
espírito, é um sentimento que sempre esteve presente dentro dele, compreende
que sempre viveu uma única vida, iniciada no momento em que seu espírito foi
criado por Deus, interpretando diferentes ciclos de experiências nas quais
esteve ligado a uma personalidade provisória e a um corpo físico provisório,
seja na Terra ou em outros orbes do universo, com um único objetivo:
conhecer as sensações, as percepções e as imagens ligadas ao universo
"feminino" e "masculino", da "riqueza" e da "pobreza", do "bom" e do "mal",
de ser "vítima" e de ser "algoz", das religiões "certas" e das religiões
"erradas", entre outras inúmeras experiências.
Porém, após alguns milhões de anos do tempo terrestre, começamos a nos
desiludir com as diferentes faces da experiência humana. É nesse momento que
começamos a nos desapegar delas. É nesse momento que se inicia um novo ciclo
em nossa vida, a caminhada para os mundos regenerados, capacitando-nos para
habitar mundos superiores, que não são, obviamente, as colônias espíritas
relatadas nos livros psicografados, todas reflexos do mundo material para
aqueles espíritos ainda presos às ilusões da matéria.
Quando as verdades humanas deixarem de fazer sentido, quando a alegria e a
tristeza não mais existirem (pois estão condicionadas ao mundo material),
quando o certo e o errado não mais existirem (pois estão condicionados ao
mundo material), quando as religiões e outras as ilusões geradas pelo ego
humano não mais existirem (pois estão condicionadas ao mundo material), a
realidade espiritual emerge diante de nossos olhos e a felicidade
incondicional inunda nossa alma. A partir desse momento não há mais a
necessidade de atos materiais em nossas vidas, inclusive da reencarnação, já
que esta só existe para os materialistas, para aqueles que acreditam que a
felicidade está nas vicissitudes da vida humanizada, não percebendo que ela
sempre esteve no mesmo lugar, dentro de cada um de nós.

Fiquem na paz de Deus
São Carlos, 03/07/2006

Observação: As mensagens canalizadas na ONG Círculo de São Francisco não
identificam o nome utilizado pelo espírito que se manifesta e nem dos
médiuns/sensitivos que as codificam. Se quiser divulgá-las em revistas,
sites ou outro meio, identifique apenas como mensagem canalizada pelo
Círculo de São Francisco.






O pós-moderno e a espiritualidade
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco (www.csf.org.br)
São Carlos/SP – 03/07/2006.


O que vocês intuem como o mundo pós-moderno nas academias da terra é o que
chamamos de mundos regenerados. E o mais importante desse novo mundo é o fim
das religiões. Não se assustem. O fim das religiões não significa o fim da
espiritualidade.
Na verdade, o pós-moderno marca o recrudescimento da espiritualidade. Nunca
o espírito humanizado buscou caminhos para sua espiritualização.
Porém, as religiões, todas elas, sem exceção, só existem nos chamados mundos
de provas e expiações. A religião não é um caminho para Deus, mas um campo
de prova para o espírito adepto daquela modalidade religiosa. O espírita
está sendo provado: ele vai amar realmente Deus e o próximo como a si mesmo
ou vai idolatrar o espiritismo e Kardec, condenando as outras religiões; o
budista está sendo também provado: ele amará realmente Deus e o próximo como
a si mesmo ou vai idolatrar o budismo e o Buda, condenando o taoísta, o
hinduísta, o cristão etc.; o católico está sendo também provado: ele ama
realmente Deus e o próximo como a si mesmo ou apenas idolatra o catolicismo
e o Papa, condenando o espírita, o evangélico, o umbandista etc.
É assim em todas as religiões. Pois elas não são caminhos para Deus, mas
campo de provas para o espírito humanizado.
Se vocês ainda não perceberam, o mito da Torre de Babel é isso. A Torre de
Babel são as infinidades de doutrinas religiosas e rituais sagrados. Não
quero dizer que as religiões como vocês conhecem estão certas ou erradas,
mas que são, essencialmente, provas para o espírito humanizado.
O caminho para Deus é feito de três coisas apenas: Fé incondicional
(portanto, não pode ser uma fé raciocinada, já que tudo que é racional é
criação do ego, portanto, não vem de Deus); Amor incondicional (portanto,
não criando condições para amar Deus e o próximo, não importa o que este
pensa, diga ou faça) e a Felicidade incondicional (portanto, não a
condicionando ou a buscando no mundo ilusório da matéria. No mundo exterior
encontra-se apenas a alegria e a tristeza, as duas faces do condicionamento
às vicissitudes da vida).
O espírito que possui Fé, Amor e é Feliz não precisa mais das religiões, já
está capacitado para largar o bote que o conduziu até a outra margem do rio.
O espírito que possui Fé, Amor e é Feliz não necessita de posses materiais,
sentimentais ou culturais para viver com Deus, em Deus e para Deus.
E como nada acontece sem a permissão de Deus, foram necessárias a
modernidade e a ciência materialista. Elas também ajudaram a preparar o
cenário do tempo que virá. Mesmo não tendo consciência disso, os filósofos e
cientistas materialistas foram instrumentos de Deus para ajudar a destruir
as religiões, foram instrumentos para as provas dos religiosos, assim como
os religiosos são instrumentos para as provas dos cientistas materialistas.
Se a ciência e a filosofia desmascaram tais ilusões, ajudando-nos a
compreender que as religiões são criações do ego humanizado, e por isso elas
vêm e vão; não conseguem, por outro lado, destruir os ensinamentos dos
mestres, pois estes vieram de Deus, e por isso continuam sempre presentes em
nossas vidas, cada vez mais universalizados. É assim com os ensinamentos do
Buda, do Krishna, de Jesus e de Maomé, para citar alguns exemplos.
A busca espiritual, o encontro com Deus, independe de religiões. Este é o
cenário pós-moderno que se descortina na terra: uma vida espiritualizada e
sem atravessadores, pois como nos ensinou madre Tereza de Calcutá, a relação
essencial é sempre entre cada um de nós e Deus.
Se você ainda não se libertou das religiões, liberte-se agora para se unir a
Deus. Ele está te aguardando de braços abertos como na parábola do filho
pródigo.
Fiquem na paz de Deus
São Carlos, 03/07/2006

Observação: As mensagens canalizadas na ONG Círculo de São Francisco não
identificam o nome utilizado pelo espírito que se manifesta e nem dos
médiuns/sensitivos que as codificam. Se quiser divulgá-las em revistas,
sites ou outro meio, identifique apenas como mensagem canalizada pelo
Círculo de São Francisco.



O desapego aos bens materiais não significa desperdiçar com luxuria ou
satisfações individualistas o dinheiro que Deus colocou em suas mãos;
O desapego aos bens sentimentais não significa abandonar ou deixar de cuidar
dos filhos, dos pais ou dos avós, espíritos que não estão por acaso ao seu
lado;
O desapego ao corpo físico não significa destratá-lo, contaminando-o e o
intoxicando apenas para satisfazer a gula ou outro tipo de prazer;
O desapego aos bens materiais significa, ao contrário, fazer bom proveito
dos recursos que Deus confiou a você, usando-o em benefício de uma
coletividade.
O desapego aos bens sentimentais significa cumprir bem o papel de mãe, de
filho ou outro qualquer que Deus escolheu para você representar, sendo
instrumento para a provação daqueles que convivem com você.
O desapego ao corpo físico significa cuidar com carinho dessa moradia
provisória que Deus te emprestou para vivenciar as provas que você mesmo
pediu.
O desapego aos bens materiais, aos bens sentimentais e ao corpo físico o
fará mais responsável com todos os patrimônios que Deus te confiou a guarda
momentânea, sabendo que nada disso te pertence, apenas as lições que puder
aprender enquanto estiverem sob sua responsabilidade.
Fiquem na paz de Deus

São Carlos, 03/07/2006

Observação: As mensagens canalizadas na ONG Círculo de São Francisco não
identificam o nome utilizado pelo espírito que se manifesta e nem dos
médiuns/sensitivos que as codificam. Se quiser divulgá-las em revistas,
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Círculo de São Francisco.

 

 

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