REFUTAÇÃO AO TEXTO
Os espíritos e os fantasmas dos espíritas IV
Dileto Adilson,
Entendi perfeitamente o sentido em que empregado o
vocábulo
"Espiritologia", nos trabalhos de que V. Sa. participa. Lógica a
adequação
da metodologia aos elementos religiosos de cada atendido ou consulente,
pois, além de ajudá-lo, não se lhe melindram as crenças. Interessante. Não
obstante, no concernente à maior importância dada por Kardec ao
Espiritualismo, continuo divergindo, pelo menos com fulcro nos documentos
por ele deixados, também levando em conta o contexto das afirmativas de
"Qu'est-ce que le Spiritisme". O fato de o Espiritismo ser uma das
'faces'
do Espiritualismo não significa maior importância deste em relação àquele,
mas apenas uma conexão entre 'gênero' e 'espécie'.
Respeito-lhe, porém, o ponto de vista, ainda que
baseado em uma
psicografia, mas tal assertiva não pode, como apreendida na mensagem,
encontrar-se na Codificação. Como se afirma em latim, "nemo dat quod non
habet". Relativamente à obra de Márcio Godinho, o problema é que alguém se
apropria da técnica apométrica para adequá-la aos objetivos de cada grupo,
por vezes até desfigurando-a. Outrossim, mesmo que o Espírito Pai Joaquim de
Aruanda se refira, nas mensagens 'canalizadas', a determinados
"excertos" do
Espiritismo, para condicioná-los axiologicamente às propostas na 'nova'
Espiritologia, irei examiná-los e verificar se correspondem de fato à
leitura feita por Kardec. Receba-me os abraços fraternais,
Ricardo
[Ir para a página inicial - se estiver DENTRO DO SITE]
[Ir para a página inicial - se estiver FORA DO SITE]